Todos os posts de Murillo Cerchiari

Hoje trabalho com o que eu mais gosto e me dedico inteiramente a realizar sonhos desses apaixonados por carros clássicos.

Porsche Classic já tem peças impressas em 3D

A evolução incessante das impressoras 3D abre caminho para resolver uma das grandes dificuldades relativas ao restauro e manutenção dos veículos clássicos: a obtenção de peças de substituição.

A Porsche, com o seu departamento para clássicos, está na vanguarda desta solução, que dispensa a necessidade de produzir centenas ou milhares de unidades para baixar o custo unitário.

Com a tecnologia das impressoras 3D, os construtores podem imprimir a peça em falta, por encomenda, de forma muito mais eficiente, dispensando uma linha de montagem e de armazenamento.

A Porsche Classic, que conta com um catálogo de cerca de 52 000 peças, afirma que, a partir de agora, uma peça que não esteja em stock pode ser rapidamente produzida numa impressora 3D.

Neste momento, a Porsche já aplica esta tecnologia em nove peças, incluíndo o mecanismo de libertação da embreagem do Porsche 959. Estes componentes são produzidos em aço ou alumínio, com processos de fundição por laser, e em plástico, utilizando uma impressora SLS.

O sucesso desta iniciativa levou a que o programa fosse alargado para mais vinte peças, cujo processo de fabrico através deste método está agora a ser investigado.

Segundo o departamento clássico da marca germânica “Todas as pelas são sujeitas pelo menos aos mesmos requisitos de qualidade apresentados na produção, mas apresentam quase sempre padrões mais elevados. A precisão em termos de dimensões e funcionamento, é testada com a peça montada e apresenta resistência a todo o tipo de óleos, combustíveis, ácidos e luz.”

Vários construtores automóveis estão adoptar a impressão 3D nos seus métodos de produção, uma tendência que certamente se irá intensificar no futuro.

Mercedes-Benz clássicos do caso BPN à venda por 8 milhões de euros

Seis das Mercedes-Benz que apareciam associadas à empresa RO Classic, de Ricardo Oliveira, acionista do BPN – cinco das quais, não vendidas no leilão da RM Auctions, em 8 de Setembro de 2013 – foram agora colocadas à venda num site dedicado a colecionadores de itens da Segunda Guerra Mundial.

Aos cinco lotes por vender, juntou-se um outro, que tinha anteriormente sido identificado como o “Carro do Hitler”, avaliado por algumas fontes em cerca de quatro milhões de euros, mas que acabou por não integrar os lotes do referido leilão, há quatro anos.

Trata-se de um Mercedes-Benz 320 Cabrio E Pullman, de 1939, utilizado em paradas militares, com toda a parafernália nazi, como bandeiras e outros símbolos, equipado com uma segunda velocidade que lhe permite manter indefinidamente uma velocidade de 20 km/h. Nunca vimos qualquer prova de que Adolf Hitler tivesse utilizado este veículo, já que, desde 1937, era habitual que se deslocasse em diversos Mercedes-Benz 770 “Grösser”, o modelo mais dispendioso da marca alemã. A existência deste “Nazi Staffcar” era conhecida à data do leilão, mas o veículo desapareceu de circulação na altura, reaparecendo agora, na companhia dos outros cinco companheiros da colecção de Ricardo Oliveira.

O conjunto de seis automóveis aparece à venda no site “Milweb”, especializado em artigos coleccionáveis da Segunda Guerra Mundial, graças à ligação do Mercedes-Benz 320 às altas patentes nazis.

O vendedor, identificado como Marco Killian e com uma bandeira holandesa associada ao seu nome, confirmou que cinco dos automóveis têm documentos portugueses (o único que não tem documentação portuguesa é o Benz 8/20, de 1913), mas pertencem a uma “holding”, que não quis identificar.

O vendedor indica ainda que os veículos serão vendidos apenas em conjunto. O preço inicialmente pedido era de 8,5 milhões de euros, tendo baixado numa segunda versão do anúncio, para 8 milhões de euros. Killian afirma também que o contrato de transmissão de propriedade será tratado através de um “advogado autorizado, garantindo a segurança de ambas as partes”, uma referência pouco habitual num anúncio de venda de automóveis.

Os outros cinco automóveis faziam parte de um grupo de nove lotes não vendidos naquela que foi apresentada a derradeira colecção Mercedes-Benz, a “Ultimate Mercedes-Benz Collection”, da responsabilidade da RM Auctions (hoje RM Sotheby’s), a 8 de Setembro desse ano.

O mais antigo é um Benz 8/20 Rennwagen, de 1913, cuja estimativa no leilão era de entre 200 a 300 mil libras e cujo lance mais alto foi de 110 mil libras (131 mil euros)

Um Mercedes-Benz 15/70/100 HP Tourer, de 1925, que não tinha sido vendido apesar de ter chegado às 230 000 libras (273 mil euros) – A estimativa era de entre 300 e 400 mil libras.

Também o Mercedes-Benz 540 K Cabriolet A, de 1938, que falhou a venda em Londres, apesar de a licitação ter chegado a 1,4 milhões de libras, o equivalente na altura a 1,66 milhões de euros. A estimativa apontava entre 1,5 e 2 milhões de libras.

Um Mercedes-Benz 170 S coupé, de 1951, o único exemplar conhecido com esta carroçaria, tinha um valor estimado entre 250 e 300 mil libras, mas recebeu apenas uma oferta de 145 mil libras (172 mil euros)

Do mesmo ano é o Mercedes-Benz 220 coupé protótipo, que teve como melhor oferta 230 000 libras (273 mill euros) abaixo da estimativa 250-300 mil libras.

Esta colecção foi reunida em Portugal, entre 2005 e 2010, por Ricardo Oliveira, um dos maiores accionistas privados do BPN/SLN e angariador de negócios para o banco, que foi nacionalizado em 2010.

Após a constituição de Ricardo Oliveira como arguido no chamado processo BPN, soube-se que mais de 70 automóveis da sua colecção tinham sido enviados para Inglaterra, onde foram colocados no referido leilão da RM Auctions.

Apesar de ter rendido quase 11,5 milhões de euros, com as comissões (excluíndo os nove lotes não vendidos, cinco dos quais enquadrados agora neste anúncio), o valor foi considerado baixo, já que as estimativas apontavam para um valor global compreendido entre os 16 e os 20 milhões de euros.

Foi noticiado na altura por diversos meios de comunicação que uma providencia cautelar, interposta pela Parvalorem, empresa que gere os ativos tóxicos do BPN, teria arrestado o valor da venda e os automóveis não vendidos.

Em Maio deste ano, um colectivo de juízes do tribunal de Lisboa absolveu Ricardo Oliveira e outros arguidos de um dos processos de que era arguido no âmbito do processo BPN.

Outlaw Tracker: A Bicicleta Elétrica Inspirada no Porsche 356

O nome Rod Emory pode até ser desconhecido para a maioria dos fanáticos do ciclismo, mas para os coleccionadores Porsche é certamente um rosto popular. Especialista em clássicos Porsche, Emory foi contactado pela Vintage Electric, uma marca californiana de bicicletas eléctricas com personalidade, para desenhar um novo modelo totalmente inspirado na sua paixão: o modelo 356. Emory ficou famoso pela preparação e personalização que realiza nos Porsche 356.

Assim nasceu a “Outlaw Tracker”, uma bicicleta eléctrica que mistura a elegância das formas do famoso 356, com um desempenho 100 por cento ecológico. Disponível nas versões de estrada (limitada a 30 km/h) e race (limitada a 55 km/h), a Outlaw Tracker utiliza um quadro moldado em alumínio, pneus Schwalve Fat Frank, e um selim Brooks de aspecto clássico para impressionar o maior dos coleccionandores. A pintura na tonalidade Carrera Silver evoca alguns dos melhores 356 alguma vez produzidos 

A Outlaw Tracker pode ser adquirida através deste site. O preço começa nos 6 995 dólares, mas é possível personalizar o seu exemplar com malas de viagem, por mais um punhado de dólares.

Os 8 Clássicos mais Populares no Instagram

A Autonation, rede de concessionárias americanas, efetuou um estudo onde analisou mais de 190 mil fotos publicadas no Instagram, com o objectivo de identificar quais os automóveis mais mencionados através das hashtags #classiccar e #carshow.

Percorra a nossa galeria e saiba qual foi o resultado!

1.Ford Mustang – O icônico modelo da Ford foi o grande vencedor desta lista, destacando-se por aparecer em 25% das fotos analisadas.

Ford Mustang

2. Chevrolet Corvette – A Chevrolet domina claramente esta lista. Surge em segundo lugar com o Corvette, que aparece em 13% das publicações.

Chevrolet Corvette

3. Pontiac GTO – e o Pontiac GTO. Os dois clássicos partilham a percentagem de 11% dos hashtags.

Pontiac GTO

3. Chevrolet Camaro – A terceira posição também está divida pelo Camaro da Chevrolet.

Chevrolet Camaro

4. Chevrolet Impala – …e a outra é o Impala, ambos com 7% das publicações.

Chevrolet Impala

4. Chevrolet Bel Air – No quarto lugar encontramos duas máquinas com percentagens empatadas: uma delas é o Bel Air.

Chevrolet Bel Air Wallpaper

5. Chevrolet Chevelle – A Chevrolet volta a surgir desta vez com 5% para o modelo Chevelle

Chevrolet Chevelle

6. Chevrolet Nova – Em último lugar desta lista encontramos o Chevrolet Nova, apenas com a percentagem de 3% das publicações analisadas.

Chevrolet Nova

As Ferraris Mais Estranhas da História

Ferrari 408 4RM

Se acha que o FF foi a primeira Ferrari com tração nas quatro rodas, engane-se. Em 1987 a Ferrari criou o 408 4RM, um estudo desenvolvido para testar um complexo sistema hidráulico de tração nas quatro rodas, que culminou neste bizarro modelo. O automóvel não era bonito, nem o sistema funcionava bem. Felizmente, só produziram duas unidades, estando uma delas atualmente na Galleria Ferrari.

Ferrari Rainbow

Intitulado “Rainbow” e montado em cima do chassis do 308 GT4, esta Ferrari teve o seu design assinado pela casa Bertone, que tentou dar um look moderno e de acordo com o que seria um automóvel do futuro no anos 70. Uma das suas características mais curiosas era o hardop, que reclinando 90º, desaparecia por entre a parte detrás dos bancos e o motor, uma inovação muito à frente do seu tempo.

Ferrari 365 GTC / 4 Beach Car by Felber

Ferrari 365

Sim, uma Ferrari que parece ter sido feita para andar na praia. Esta 365 GTC/4, sem portas e com um ar de buggy, teve o seu design assinado pela Michelotti e a carroçaria produzida pela Felber, para ser apresentada no Salão Automóvel de Genebra de 1976. Pode ter sido feita para as dunas, mas com um motor V12 de 320 CV, não deixa de estar imbuído do espírito Ferrari.

Ferrari 166 MM Zagato Panoramica

Ferrari 166 MM

O 166MM Panoramica consegue ser feio e bonito ao mesmo tempo. Este modelo, que marca a primeira colaboração entre a Ferrari e a Zagato, é também o primeiro modelo Coupé da marca, tendo surgido pela exigência dos clientes de terem carroçaria Zagato mais leves para os seus novos Ferraris. Apenas um foi construído, e, tal como se fazia na época, rapidamente foi redesenhado em nome da competição.

Ferrari Sigma by Pininfarina

Ferrari Sigma

No final dos anos 60, ser piloto equiparava-se a um gladiador, e as mortes estavam a se tornar comuns na Fórmula 1. Para tentar estancar estas fatalidades, a Pininfarina juntou-se à Revue Automobile e desenharam este protótipo criado à volta do chassis do Ferrari 312 e equipado com um motor V12. Apresentado em 1969, o Sigma nunca foi criado com o verdadeiro propósito de correr mas sim de ser usado como estudo para desenvolver novas medidas e standards de segurança automóvel.

Ferrari Mondial T PPG Pace Car

Ferrari Mondial

Baseado na Ferrari Mondial, este modelo foi criado para servir de safety car na PPG Indy Car World Series no final dos anos 80. Construído pela Ferrari com o design do I.DE.A Institute, foi apresentado em 1989 no Champion Spark Plugs 300 em Laguna Seca. Originalmente custava um milhão de dólares, mas em 2004 a leiloeira Christie’s vendeu um exemplar por uns meros €70.500.

Ferrari 360 Barchetta

Ferrari 360 Barchetta

Gianni Agnelli mandou construir esta Ferrari 360 Spider em estilo de Barchetta para oferecer como presente de casamento a Luca di Montezemolo, por isso sim, só existe um exemplar. E aparentemente Luca nunca soube da existência deste modelo pois Agnelli fez todos os esforços para o manter em segredo até ao dia do casamento, para o poder surpreender com o presente.

Ferrari Pinin by Pininfarina

Ferrari Pinin

Apesar de ser apenas um automóvel conceitual, o Pinin é o único quatro portas alguma vez construído pela Ferrari, se não contarmos com as encomendas particulares dos 456 saloon. Desenhado pela Pininfarina para o Motor show de Turim de 1980, daí o nome Pinin, como tributo ao seu fundador Battista “Pinin” Farina, este protótipo foi criado para assinar o 50º aniversário do lendário atelier de design italiano. Enzo Ferrari ainda ponderou produzir o automóvel, mas a ideia caiu por terra, existindo apenas um exemplar.

Ferrari 330 GT Speciale by Vignale

Ferrari 330 GT

Fredo Vignale era o homem responsável pela concretização da visão de Luigi Chinetti, o importador da Ferrari nos EUA, para uma versão shooting brake do luxuoso Ferrari 330 GT 2+2 no final dos anos 60. Vignale viria a morrer pouco depois, em 1969, sendo esta a sua última criação.

Ferrari GG 50 by Giugiaro

Ferrari GG 50

Baseado no 612 Scaglietti, o Ferrari GG 50 foi desenhado por Giorgetto Giugiaro em 2005 para assinar o seu 50º aniversário em design automóvel. Apresentado no salão de Tóquio em 2005, este automóvel conta com muitas modificações inspiradas na Fórmula 1.

As Cinco Asas Traseiras e Spoilers mais Selvagens da Porsche

As asas traseiras e spoilers surgem nos mais variados formatos e tamanhos, no entanto todos eles têm dois aspectos em comum: melhorar a aerodinâmica e aumentar o apoio aerodinâmico.

Neste episódio da série “Porsche Top 5” apresentamos-lhe os modelos mais selvagens da marca. Assista a este vídeo para ficar a saber quais são os automóveis desta lista.

Ferrari F50 que Foi de Mike Tyson Vai a Leilão

Há leilões e leilões. Não é todos os dias que se têm a oportunidade de comprar um carro que já pertenceu aquele que é considerado um dos maiores boxeadores de todos os tempos. Falamos de Mike Tyson e da sua ex-Ferrari F50, de 1995. O super-esportivo que vai a leilão na Sotheby’s é o 73º dos únicas 349 produzidas.

No que toca a distribuir pancada, pelo visto, o campeão do mundo de pesos-pesados limitava-se a fazê-lo dentro do ringue. É que esta Ferrari F50 está em perfeito estado de conservação, apesar dos seus 22 anos (tem pouco mais de 9 mil km rodados). Agora, vamos ao que interessa: números. Esta menina traz um motor V12, de 4,7 Litros, com 520 cavalos, e é capaz de atingir os 325 km/h. Precisa de apenas 3,6 segundos para ir dos 0 aos 100 km/h. O valor de mercado da F50 ronda os 750,000 dólares, mas, tendo passado pelas mãos de Mike Tyson, o caso muda de figura. A estimativa é que seja leiloada entre os 2,2 milhões de dólares (cerca de 2 milhões de euros) e os 2,4 milhões de dólares (cerca de 2,2 milhões de euros). Certificado de clássicos da Ferrari incluído!

O leilão irá ocorrer 11 de março, aqui.

Ferrari Mike Tyson

Ferrari Mike Tyson

Ferrari Mike Tyson

Ferrari Mike Tyson

Ferrari Dino 246 GTS de Ross Brawn é arrematada em leilão

Esta rara Ferrari Dino 246 GTS 1974 foi vendida por US$ 740 mil. Com apenas 38.000 km rodados, está pintada da cor ‘Bianco Polo Park’, tem rodas Campagnolo aro 15, interior impecável com assentos de couro preto ‘Daytona’. Além de tudo isto, já pertenceu a Ross Brawn, engenheiro de automobilismo e ex-chefe da equipe de corrida da Mercedes-Benz, atualmente diretor esportivo da Fórmula 1. Esta Ferrari Dino 246 GTS de 1974 é um dos clássicos super raros  alem de ter volante do lado direito  (uma das doze unidades produzidas).

A Hexagon Classics leva agora a leilão este clássico muito especial, avaliado em cerca de 700.000 euros. O automóvel apresenta um elevado estado de conservação e vem com um manual de instruções original e um certificado Ferrari Chassiche, que assegura a qualidade do mesmo.

Paul Michaels, presidente da Hexagon Classics, destacou a importância deste automóvel. “É realmente uma Dino muito especial. Além de ter pertencido a Ross Brawn, é um dos mais raros do mundo. O pacote de rodas, que veio de fábrica, é altamente desejável e é uma adição estonteante a um automóvel incrível”.

Quanto à mecânica, possui um motor V8 de 2.4 litros com 197 CV, capaz de alcançar os 235 km/h.

De acordo com o anúncio feito pela Hexagon, o preço de US$ 740 mil, cerca de R$ 2,3 milhões, é justificado pela história automóvel, por sua baixa quilometragem, com apenas 38 mil quilômetros rodados, e pelos bancos de couro pretor e exterior em Bianco Polo Park.

1980 Porsche 911 3.0 Targa

Nessa semana a The Garage Service teve o orgulho de cuidar dessa bela maquina, nada mais nada menos que uma Porsche 911 Targa  1980 com motor 3.0 esse exemplar foi importado dos USA a 6 anos atrás e feito uma restauração completa “Sub Frame restauration”.

O carro foi colocado na lata feito funilaria completa e pintada de Azul Bugatti.

Porsche 911 Targa

Sua mecânica foi retirada do carro e inteira refeita com peças originais Porsche e montada por mecânico especializado da marca. Foi instalada uma injeção trazendo alguns cavalos a mais e deixando o carro liso de andar.

Seu escapamento é de inox e tem um som único e emocionante.

Sua tapeçaria foi completamente refeita no padrão original na cor preta, capas de banco, carpete, capas de porta e sua capota targa foram refeita no padrão original.

Sua suspensão e freios são novos além de amortecedores Bilsten.

Deu para perceber que esse carro é incrível e que foi feito um trabalho de muito boa qualidade.

Bom vocês devem estar perguntado; Se o carro é muito bonito o que fizemos para melhorar?

Porsche 911 Targa

O carro passou por uma limpeza completa de chassis, caixas de roda, motor e câmbio. O trabalho foi feito com maquina a vapor de ultima geração, tirando todos os resíduos de óleo sem comprometer a parte elétrica.

Essa Porsche passou por um polimento técnico tirando todos os riscos e trazendo esse brilho maravilhoso.

Seus vidros passaram por um processo de remoção de chuva ácida e foi aplicado um produto especial para repelir a água, além de dar proteção.

Porsche 911 Targa

Seu maravilhoso interior passou por uma detalhada higienização. Foi aplicado ozônio matando todos os fungos e bactérias, além de tirar qualquer tipo de mau odor. Seus bancos passaram por processo de limpeza e revitalização e proteção do couro.

O resultado ficou fantástico conseguimos tirar muitos dos riscos, realçamos o brilho do carro dando proteção na sua pintura. Seu interior ficou como novo, e o motor como se tivesse saído da fábrica além de ter recebido uma camada protetora para suas mangueiras e componentes.

Porsche 911 Targa

Precisando de cuidadoss para seu carro? Entre em contato com a gente, será um prazer poder ajudar.

Um Encontro de Clássicos: Jaguar E-type e Estádio do Pacaembu

Poucos carros mexem com a emoção como o Jaguar E-Type, com seu capo longo, quase fálico. Quando o design surgiu em 1954, Enzo Ferrari o elogiou como sendo “O Carro mais bonito já feito”. O designer Malcon Sayer trabalhou muito em cima da forma do Jaguar de corrida D-Type Lemans, fazendo uma reinterpretação para estrada.

Sem dúvida um dos mais icônicos da história automotiva, o E-Type ficou em primeiro lugar na lista de cem carros mais bonitos de todos os tempos feitos pelo Jornal Daily Telegraph. Esse modelo é um série 3 o mais potente E-Type de estrada, o V12 de 5300cc.

O ensaio fotográfico foi realizado no Estádio Municipal Paulo Machado de Carvalho, mais conhecido por Estádio do Pacaembu ou simplesmente Pacaembu. Localizado na praça Charles Miller, na zona central da cidade de São Paulo, foi inaugurado na década de 1940 com capacidade para 70 mil espectadores e, na época, era considerado o mais moderno estádio da América do Sul.

Confira as fotos deste encontro de clássicos.

Jaguar E-type

Jaguar E-type

Jaguar E-type

Jaguar E-type

Jaguar E-type

Jaguar E-type

Jaguar E-type

Jaguar E-type

Jaguar E-type

Jaguar E-type

Jaguar E-type

Jaguar E-type

Jaguar E-type

Jaguar E-type

Jaguar E-type

BMW R100 R3, BY Sinroja Motorcycles

Esta BMW R100 já pertenceu, um dia, às mãos da polícia britânica. Agora, ou muito nos enganamos, ou vai é ser perseguida por essa mesma polícia. É caso para dizer que passou de bestial a besta, mas num bom sentido, claro. É daquelas bestas que se suportam com todo o gosto. Ainda não conhecíamos o trabalho da Sinroja Motorcycles, mas, a partir de agora, vamos ficar atentos. Esta é apenas a terceira customização deles, mas, pelo resultado final, ninguém o diria.

Apelidada de R3, esta máquina, com o motor de uma R100-R, destaca-se pelo escape duplo posicionado mesmo abaixo do assento, algo invulgar, mas, sem dúvida, um excelente apontamento, que é impossível passar despercebido. A bateria de lítio atrás do quadro alimenta todo o veículo, incluindo o bonito Motoscope da otogadget e o sistema de ignição electrónica, que lhe dá um toque clean, graças às pequenas luzes LED na forqueta. Tudo isto em cima de umas jantes de aço inoxidável, com 16 polegadas, “embrulhadas” nuns pneus Chattanooga Delux Champion. E vocês, ficaram convencidos?

BMW Custom by motorcycle

BMW Custom by motorcycle

BMW Custom by motorcycle

BMW Custom by motorcycle

BMW Custom by motorcycle

BMW Custom by motorcycle

BMW Custom by motorcycle

Batman vai Leiloar um dos Seus Veículos Supersónicos

Fãs de motos já nós sabemos que vocês são. Fãs do Batman também temos quase a certeza que muitos devem ser. Como tal, esta notícia vem mesmo a calhar. O famoso Batpod, moto XPTO utilizada pelo homem morcego nos filmes da trilogia “O Cavaleiro das Trevas”, vai ser leiloado online pela Prop Store e pode ser vosso – caso tenham aí à mão uns 70 a 95 mil euros, claro. O valor final da licitação vai andar à volta disso.

O Batpod foi concebido pelo production designer Nathan Crowley e tornado realidade pelo especialista em efeitos especiais (passe-se a redundância) Chris Corbould. Revestido com painéis de fibra de vidro, o veículo está equipado com um motor Honda de 750cc, pneus de competição Hoosier de 31 polegadas, dois canhões e uma mira laser. Não se entusiasmem… Os canhões e o laser, obviamente, não estão operacionais. É pena, de facto…

Nos três filmes realizados por Christopher Nolen, foram utilizados seis Batpods diferentes, mas este modelo é precisamente o que aparece nos principais close-ups das películas.

O leilão irá decorrer aqui, a partir de dia 27 de setembro.

Batpod

Batpod

Batpod

Batpod

Caterham “Seven Sprint” – Um Clássico a Estrear

Todos aqui gostamos de carros clássicos, certo? Mas, e quando eles são clássicos e novinhos em folha ao mesmo tempo? Melhor ainda, não? É o caso do “Seven Sprint”, um modelo criado pela fabricante britânica Caterham, especificamente para assinalar o 60º aniversário do modelo Seven, que será celebrado no próximo ano.

Numa edição limitadíssima (serão lançados apenas 60 exemplares), o carro vem equipado com um motor Suzuli de três cilindros, com 80 cavalos de potência, e combina as técnicas de construção modernas com o estilo vintage, inspirado na década de 60. Para quem conhece bem os primeiros modelos “Seven”, a nostalgia começa assim que vemos as “asas” laterais e os faróis (que quase fazem lembrar os carros do filme “Cars”, com olhos). No interior, temos um lindo volante em madeira, um painel de instrumentos completamente à antiga, e uns estofos costurados à mão em vermelho escarlate.

Caterham

Caterham

Land Cruiser DJ 40 Hot Rod, Bu Aller Rods & Customs

Poucos são os fãs do off-road que têm alguma coisa a apontar aos Toyota Land Cruiser, que já cá andam há umas boas décadas. Foi precisamente num Land Cruiser de 1976 que os tipos da Aller Rods & Customs, sediados na África do Sul, decidiram pegar para fazer alguma magia. E não se saíram nada mal!

Já ouviram falar nos Hot Rod? São aqueles carros americanos dos anos 20 e 30 modificados para ficarem mais rápidos e com um aspecto meio “Hot Wheels”. São quase como uma espécie de café racer dos carros. Tirando a suspensão da frente, que foi totalmente criada pela oficina sul-africana, a maioria das alterações foram adaptadas de outros carros: as rodas gigantes e o diferencial eram de um Land Rover Discovery; os assentos de um Jeep Wrangler; e os faróis de um Volkswagen Golf 1. Além disso, ainda instalaram um rádio Lexus, um volante Momo e uma roll cage, para garantir maior segurança ao condutor. Quanto ao motor, optaram por um V8 1Uz Lexus, com 300 cavalos. O que acham do resultado?

Land Cruiser

Land Cruiser

Land Cruiser

Land Cruiser

Land Cruiser

 

Porsche 911 Carrera RS: Melhor que a Bovespa

Uma pesquisa conduzida em 2014 pelo Discovery Channel revelou que o Porsche Carrera 2.7 RS 1973 foi o carro mais valorizado da última década. Em 2004, seu preço girava em torno dos R$ 260 mil (convertendo de libras para o real). Dez anos depois, o Porsche mais esportivo da sua época era avaliado em torno de R$ 2 milhões, ainda de acordo com o canal.

Carro antigo virou investimento é há quem prefira lucrar com eles do que com aplicações. Afinal, enriquecer com um Carrera RS 1973 na garagem é muito mais emocionante e glamouroso do que enriquecer acompanhando números subirem e descerem na Bovespa, no Nasdaq ou no Dow Jones.

Tem muita gente no antigomobilismo por dinheiro. Compra um cacareco aqui, reforma por uns aninhos, vende e fatura um troco. Acha uma mosca branca acolá, guarda por um tempo na garagem até valorizar e depois põe no mercado, pelo dobro ou triplo do que comprou.

Mas a maioria está nessa pelo amor aos automóveis, sobretudo aos antigos. E não se comercializa amor. Para alguns, vender um carro da coleção é como vender bicho de estimação. É imoral.

Portanto, de que vale ter um clássico valorizando ano após ano?

Para Julio Penteado, colecionador de São Paulo, vale bastante. “É sempre bom que seu carro valorize. É uma situação um tanto incômoda investir num automóvel antigo e saber que ele está valendo menos ou caindo de preço depois de tanto investimento”, reflete.

O economista acredita que ter um automóvel valorizado a cada ano é uma espécie de tempero do antigomobilismo: “não vendo meus carros de jeito nenhum, mas gosto de saber que eles valem mais hoje do que ontem”.

Para outros colecionadores, o valor financeiro não importa. Dono de sete automóveis – todos nacionais –, Marcos Camargo Jr. mostra certo desdém diante da certeza de que seu Galaxie, seu Fusca e seu 147 nunca valerão menos do que valem hoje.

“O que importa pra mim é o valor histórico de cada um, além do valor sentimental e acho que o verdadeiro antigomobilismo supera a questão financeira e está na paixão por preservar a história e o contexto onde cada um desses veículos evoluíram”, decreta.

Eu sei bem disso: namoro seu Chevrolet Opala Comodoro 1979 há anos, mas sei que o jamais terei.

Mesmo que lhe oferecesse os R$ 2 milhões do Carrera RS.

Como Fica um Jaguar Depois de Estar 40 Anos Abandonado?

Por norma, quando trazemos relíquias restauradas aqui para o BR, já só temos oportunidade de ver o “depois” da transformação. Hoje, abrimos uma excepção com este Jaguar E-Type 3.8 Coupe, de 1964. Em vez de uma pintura reluzente, vão ver uma “pele” em descamação; em vez de uns pneus chorudos, vão ver bocados de borracha carecas; em vez de um aspecto novinho em folha, vão ver camadas de pó e, possivelmente, umas quantas teias de aranha… Mas não deixa de ser um verdadeiro diamante. Agora é “só” lapidá-lo.

Ao todo, só foram construídos 1798 exemplares do Jaguar E-Type 3.8 Coupe. Actualmente, este é um dos poucos que ainda existe totalmente fiel à forma que tinha quando saiu da fábrica. Esteve fechado num estábulo ao longo dos últimos 40 anos, e já não era posto a trabalhar há cerca de 15. Teve apenas dois donos e – imaginem só – o conta-quilómetros aponta uns escassos 85 mil km feitos. Para além da valente nuvem de pó, vem com o certificado Jaguar Heritage, carta de garantia, manual de utilizador e 5 certificados MOT (Ministry of Transport), sendo que o último foi passado em 1974.

Estima-se que seja leiloado entre os 40 e os 50 mil euros, aqui. Curiosos para ver como vai ficar depois de um bom período fechado, desta vez, na oficina?

Jaguar Abandonado

Jaguar Abandonado

Jaguar Abandonado

Jaguar Abandonado

Jaguar Abandonado

Mora nos Clássicos: Conheça Um dos Maiores Colecionadores de Carros Antigos

Na página da Federação Brasileira de Veículos Antigos, o calendário de eventos contabiliza 130 reuniões de pessoas que se juntam em torno de autos clássicos. Ocorrem em todo lugar. Vão desde o 5º Encontro de Veículos Antigos de Taió, em Santa Catarina, ao 8º Guararema Classic Cars, em São Paulo. Incluindo na conta os informais, organizados no boca a boca, devem chegar aos 200, talvez 300, por ano.

Muito desse movimento se deve a Og Pozzoli. Se os dicionários do futuro vierem com uma imagem ao lado da palavra, a dele corresponderá a “antigomobilismo”, que é o culto aos carros clássicos.

Natural do Rio de Janeiro, foi criado em Natal e se mudou para São Paulo em 1956, aos 26 anos. Em 1958, um Lincoln Continental 1948 inaugurou a coleção, que até a última contagem reunia 170 veículos. Seu acervo é considerado um dos 10 melhores do mundo graças a raridades como as duas Fiat Jardineira, uma de 1912 e outra de 1914. Esta última, única no mundo, despertou a cobiça de Gianni Agnelli (1921- 2013) quando, então presidente da Fiat, visitava o Brasil para a instalação da fabricante italiana por aqui. A fortuna oferecida pela Jardineira não convenceu Og, cujo amor pelos seus carros o impede de comercializá-los.

Na vida de antigomobilista, Og já viveu momentos importantes, como dirigir o Chrysler Imperial 1920 que conduziu o papa João Paulo II em sua primeira visita ao Brasil. Na comemoração dos 70 anos da imigração japonesa, o imperador Akihito e a imperatriz Michiko vieram para cá. Enquanto acenavam nas ruas, quem dirigia era Og. Nas quase seis décadas de antigomobilismo, colecionou inúmeros prêmios.

Um dos mais singelos reconhecimentos veio na semana passada. Rafael Barros, 4, recebeu como lição de casa entregar um “certificado” à pessoa mais corajosa que ele conhecia. Não teve dúvidas: elegeu Og, que naquele distante ano de 1956 foi de Natal a São Paulo dirigindo um Opel P4 1937, numa viagem de 17 dias. Sem freio e com um mecânico que deveria ajuda-lo, mas bebia de noite e dormia de dia.

Projeto Chevy C1500 Avalanche Z/700

Belíssimo trabalho de preparação em uma C1500 Avalanche LTZ  motor LS 5.3 blindada 4X4 feito pelo Galpão Z28 sobre o comando do preparador Marcio De Maria.

Foi instalado nessa pick up nada menos que um kit de supercharger Edelbrock E-Force estágio 3 com bicos maiores, polias menores e water cooler. Seu escape e inteiro de inox com long tubes, X- pipes e ponteiras duplas. Suas rodas foram pintadas de preto e as letras dos pneus pintados de branco dando um charme, suas pinças pintadas de vermelho dando um toque de performance no conjunto.

Na parte externa foi colocado um spoiler, logotipo Z/700 que foram pintados de preto deixando o carro com uma cara mais agressiva.

Sim esse felizardo vai comprar pão na padaria com essa barca e usa o carro no dia-a-dia, ou seja, tudo o que a gente mais gosta: conforto e performance num brinquedo só.

Parabéns pelo trabalho quer conferir mais acesse o YouTube deles mas antes pegue o babador para não sujar seu computador.

https://www.youtube.com/results?search_query=galpao+z28+

Terceiro Muscle Car Tour

No próximo dia 18 os motores vão roncar novamente esta marcado a terceira edição do Muscle Car Tour. Nesse episódio o destino é o Graal Market no KM 67 da rodovia Carvalho Pinto na cidade de Guararema – SP.

O intuito do Muscle Car Tour é juntar apaixonados por muscle cars para um passeio agradável, trocar conhecimento e contar um pouco de história. No último evento foram foram mais de 70 carros.

Ainda da tempo parar fazer aquele último ajuste e limpar seu brinquedo para colocar na estrada com segurança e fazer os motores roncarem.

Não perca este passeio, chame os amigos e a família e venha se divertir com a gente.

Entre em contato

11 dicas para comprar um carro antigo

1. Investigue a situação do carro antigo a venda

Você já deve saber que todo carro antigo a venda tem um registro de identificação, também conhecido como número do chassi. Podemos encontrá-lo marcado em peças de metal ou plaqueta de identificação, o bloco do motor também tem sua numeração que e obrigatório estar marcado no documento do carro. Carros mais antigos que não estão marcados ainda tem que fazer uma vistoria para marcação.

Sempre verifique se o número do chassi é igual ao do documento. Dessa maneira, você não correrá o risco de comprar um carro que já tenha sido alterado.

A internet é uma grande aliada para consultar a documentação de maneira simples e gratuita. Você poderá investigar a situação do carro em sites oficiais de Departamentos de Trânsito ou em sites que oferecem esse serviço.

Pergunte ao vendedor se o carro antigo foi importado e peça os documentos de importação (DI). Confirme se ele pagou o IPI cobrado na importação do automóvel.

Confira o passo-a-passo da importação de carros antigos que fizemos no nosso blog.

2. O valor do carro escolhido cabe no seu bolso?

Classic Car

O seu orçamento indicará o tipo de carro que você poderá comprar.

Se você estiver pensando em comprar um carro clássico para dirigir ou para exposição, lembre-se que é um carro antigo e que pequenos ajustes são normais.

Faça uma pesquisa e saiba se você está pronto para as despesas de manutenção de um carro antigo, algumas peças podem ser raras e salgadas.

Às vezes a quilometragem não é um motivo de grande preocupação na sua decisão, tratando-se de uma raridade, muitas vezes o carro já passou por uma restauração e a quilometragem não e mais original. Se o vendedor falar que a quilometragem e original veja se ele tem algum documento que comprove.

3. Escolha o melhor carro antigo para você

1966 Ford Mustang

Escolha um carro antigo que você tenha alguma identificação e avalie o seu tipo de uso de maneira racional, se ocasional ou regular.

Um final de semana romântico poderá acabar mal se você comprar um carro desconfortável e não confiável; excursões em família são impossíveis em carros esportivos com dois assentos; o prazer de dirigir no verão em um conversível é logo esquecido no frio ou em períodos chuvosos do ano.

Sabendo o tipo de carro que atenderá às suas necessidades, você encontrará um modelo perfeito e não o deixará juntando poeira na sua garagem.

4. Procure todas as informações necessárias do carro

Carro Antigo

Pesquise tudo que você puder sobre compra do automóvel, os preços praticados para o modelo em diferentes condições e descubra quais os pontos positivos e negativos.

Na Internet você terá uma infinidade informações sobre o carro e o mercado. Aproveite para aprofundar os seus conhecimentos e decidir se o carro é realmente para você.

Estamos falando de carros antigos e raridades. Não custa nada perguntar: o automóvel é susceptível a algum problema em particular e o preço do conserto; é fácil encontrar as peças?

Obtenha informações em clubes de proprietários ou fóruns que poderão oferecer informações valiosas. Tente conversar com os atuais donos para conseguir uma clara opinião e visite exposições de automóveis antigos clássicos.

Faça a sua lição de casa!

5. Diga não à ferrugem

Ferrugem

Uma maneira de evitar problemas é olhar para a estrutura do veículo. Busque por ferrugem e pontos podres que podem aparecer em formas de bolhas na pintura. Olhe por baixo do carro, embaixo do carpete e nas caixas de roda.

Notando algum sinal de ferrugem, reavalie a compra ou procure um carro em melhores condições. Um carro enferrujado nunca será mais o mesmo original de fábrica, pois poderá acarretar em uma restauração completa o que não e um problema desde que você saiba o que esta fazendo.

Caso não entenda do assunto, procure um especialista do modelo que você quer comprar. A inspeção evitará uma enorme dor de cabeça no futuro. 

6. Modelos raridade continuam sendo uma obra de arte no mercado de carros clássicos

Carro Raro

Verifique se aquele carro antigo tenha preservado a sua originalidade ou se as peças originais foram alteradas.  

Você sabia que para conseguir o certificado de originalidade é necessário 80% das peças originais? Caso a sua ideia for conquistar a famosa placa preta, avalie se está em condições. 

Saiba que é possível restaurar uma raridade mesmo que não tenha a maioria das peças originais com ajuda de um profissional especializado. Com paciência e dinheiro você poderá ter um bom retorno do investimento, especialmente se for um automóvel raro.

7. Inspeção mecânica e um test-drive

Motor

Considere uma inspeção mecânica feita por um mecânico certificado que dará um diagnóstico das condições do carro.

Dezenas de problemas podem estar escondidos em um simples test-drive e não serem descobertos como evidência vazamentos de fluídos, as condições do freio, o sistema de resfriamento, a parte elétrica, pneus gastos e a estrutura do carro.

O mecânico poderá estimar os custos do conserto e você utilizar como poder de barganha na negociação com o vendedor.

Faça um test-drive para sentir o carro e ter uma ideia inicial. Dirija em uma rota predeterminada que inclua subidas, solavancos, buracos para pegar algum problema de suspensão e revelar questões sobre o desempenho do motor.

8. Sua experiência no interior do veículo

Classic Car

Tenha certeza se o interior do automóvel não foi adaptado ou pelo menos está nos padrões originais de fábrica. Algumas peças do interior de um carro antigo são raras e importadas, podendo pesar no seu bolso, além da dificuldade em encontrá-las no mercado.

Conheça os hábitos do antigo dono, o tipo de uso ou no caso se for fumante poderá ter um odor desagradável e muitas vezes difícil de eliminar.

Entre no carro, experimente, veja se está confortável, observe os bancos se estão rasgados, afundados ou soltos. Examine os comandos elétricos do painel e luzes indicadoras. Água ou umidade embaixo dos carpetes indicam problemas na vedação ou furos no assoalho.

9. Desconfie se alguém pedir o pagamento antecipado

Car Dealer

Você já fez um exame minucioso do carro sem envolver dinheiro e checou a documentação para saber se há alguma pendência nos órgão de trânsito.  

Agora é aquela parte burocrática da venda que é a assinatura da Autorização para Transferência de Propriedade de Veículo (ATPV), que fica no verso do Certificado de Registro de Veículo (CRV), também conhecido como DUT, que você irá receber ao comprar o seu carro.

O vendedor só assina o CRV quando confirmar o pagamento do valor acordado na negociação. Só assim ele irá preencher todos os dados, reconhecer a firma em cartório e entregar o documento para você. É sua responsabilidade transferir a posse do veículo.

Você também pode fazer este processo burocrático com um especialista neste assunto.

10. Examine o carro com calma e evite locais com pouca iluminação

Inspeção Carro Antigo a Venda

Não tenha pressa em examinar o carro, cada carro antigo é um clássico e é único.

Em dias chuvosos é difícil enxergar algumas avarias no veículo e provavelmente, você não terá tempo suficiente para perceber todos os detalhes. Evite olhar o carro a noite ou em locais escuros, prefira dias claros. Leve alguma pessoa de confiança com você que poderá ajudá-lo na vistoria.

Dessa forma, você evitará surpresas no futuro e terá mais confiança na sua decisão.

11. Leve um profissional que entenda do assunto

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Dependendo da particularidade do seu clássico, você precisará contratar especialista que conheça o modelo que você quer comprar. Caso não seja um profissional certificado, você correrá um alto risco de perder dinheiro e tempo por alguém que não conhece o que está fazendo.

Tenha consciência de que nada é perfeito e que pequenos defeitos são comuns. Lembre-se, você está comprando um carro antigo, aquela relíquia dos seus sonhos. Use eventuais problemas como poder de barganha na hora de negociar o preço.

Pronto para realizar o seu sonho?

Agora que você conhece nossas dicas para comprar um carro antigo está na hora colocá-las em prática. Certamente, com estas informações você minimizará as chances de fazer um mal negócio e irá comprar o carro antigo do seu sonho com muito mais confiança.

Aproveite e entre em contato com nossos especialistas que estão prontos para oferecer a melhor solução na compra de um carro antigo.

Alfa Romeo 1900 “Matta” de 1952

Já sabem da nossa panca por off-roads. É difícil encontrar um que não gostemos de todo. Mas também não é qualquer um que nos enche as medidas. Este menino aqui é um Alfa Romeo 1900 “Matta”, de 1952, também conhecido por AR52 (atenção que AR não significa Alfa Romeo, mas sim “Autovettura da Ricognizione”, isto é, “Veículo de Reconhecimento”).

Alfa Romeo 1900 Matta

Trata-se de um veículo com dupla inspiração: a estética dos Willys (usados pelos norte-americanos na 2ª Guerra Mundial) e o coração dos Land Rover, composto por um motor twin cam de 1900cc, com 65 cavalos. Foram produzidos 2050 exemplares, entre 1952 e 1954, dos quais apenas 50 se destinaram a uso civil. Todos os restantes foram para as mãos do exército italiano. Com uns escassos 1250kg, tem suspensão independente, eixo traseiro rígido e travões de tambor nas quatro rodas.

Está neste momento a ser leiloado aqui.

Alfa Romeo 1900 Matta

Alfa Romeo 1900 Matta

Alfa Romeo 1900 Matta

O Iate com Praia a Bordo

Por norma, um iate é construído a pensar numa única coisa: privacidade. Para aqueles que os podem ter, o objectivo é o isolamento total, especialmente dos flashes irritantes dos paparazzi. O caso deste 108M Mega Yatch é uma belíssima excepção. O protótipo do estúdio norueguês Hareide Design foi desenhado a pensar na ligação com o ambiente à sua volta e no contacto directo com a natureza. No fundo, estar neste iate é estar em alto-mar e, ao mesmo tempo, à beira-mar. Estranho, não é?

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O principal destaque do 108M Mega Yatch (que, como já devem ter percebido, tem mais de 100 metros) é a sua plataforma ao nível do mar, uma espécie de praia flutuante. Mas não é tudo. A beleza do seu exterior é também proporcionada pelo jardim e pela piscina minimalista, com 20 metros. De facto, ao contrário da maioria dos iates, a melhor parte está à vista.

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Graças a 300 metros quadrados de painéis solares recarregáveis através de baterias lithium-ion, este híbrido tem capacidade para gerar energia suficiente para percorrer lentamente zonas de costa. Por outro lado, para distâncias e velocidades superiores, basta activar o sistema de propulsão diesel-eléctrico.

Mais informações aqui.

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Empresário Compra Mustang 1966 Impecável

A maturidade trouxe conquistas importantes para o empresário José Fernando Christofanelli. Uma delas é o belo exemplar da primeira geração do Ford Mustang, modelo com que ele sonhou durante a juventude, e que finalmente está em sua garagem. “Eu trabalhava como office-boy na década de 70 e babava quando via um deles passando, achava lindo”, conta.

Antes deste exemplar, feito em 1966, ele chegou a ter outro de 1995, com o qual ficou por cinco anos, e um Shelby conversível, que importou novo em 2011. Em abril deste ano, Christofanelli encontrou o cupê das fotos desta página em um evento de antigos no Anhembi, e se rendeu. “Foi amor à primeira vista. Ele estava em perfeito estado, nem tive de restaurá-lo.”

O empresário estufa o peito quando vai contar a história de seu modelo predileto. “A Ford percebeu que o norte-americano era apaixonado por motores V8, mas os modelos disponíveis à época, como o Cadillac, eram muito caros. O Mustang surgiu como uma opção acessível para a classe média”, ele diz. “São 50 anos de produção ininterrupta. Passei toda a minha vida vendo esse carro ser fabricado. Ele tem muito glamour, muita história”, afirma.

Ford Mustang 1966
Da versão Standard, o Ford de Christofanelli saiu da fábrica sem ar-condicionado e direção hidráulica, que eram opcionais. “Estou importando os kits originais e vou dar uma melhorada nele”, conta.
Ford Mustang 1966
Movido por um V8 de 4,7 litros, o cupê arranca elogios do dono. “Ele anda muito bem na estrada, tem ótimo desempenho e estabilidade.”
Ford Mustang 1966
Aficionado O modelo acompanha Christofanelli nos encontros e passeios promovidos pelo Clube do Mustang, do qual ele é presidente. “Nosso objetivo não é ter carros de vitrine. Se o antigo fica muito tempo parado, surgem problemas na parte elétrica e na carburação e você perde a confiança, acha que ele não vai aguentar uma viagem.”
Ford Mustang 1966
A paixão pelo Ford inclui até atividades no exterior. “Já fomos seis vezes aos EUA para cair na estrada dirigindo versões conversíveis do Mustang. Neste ano, viajamos de Atlanta até Charlotte, onde participamos do evento que celebrou os 50 anos do modelo. Em 2015, vamos para Las Vegas.”
Ford Mustang 1966
O cupê de 1966 provoca mais reações positivas na rua que o conversível de 2011, segundo o empresário. “A bordo do Shelby moderno, as pessoas acham que você é metido. Já com o antigo elas se sentem encorajadas a interagir.”
Ford Mustang 1966
Outra vantagem do carro de coleção em relação ao novo, segundo seu dono, é financeira. “O Shelby teve uma enorme depreciação – foram R$ 50 mil só no primeiro ano. Isso sem falar no IPVA de R$ 9 mil. Já o antigo se valoriza com o passar do tempo e não tem imposto”, compara. “O antigo é ótimo como um segundo carro, por hobby. E você não perde dinheiro.”

Astro de Velozes e Furiosos Prepara Ford Maverick 1971 Para o SEMA

O Astro de Velozes e Furiosos prepara Ford Maverick 1971 para o SEMA. Após ter encantado multidões com o seu Nissan 240Z no SEMA em 2015, a estrela do Filme Velozes e Furiosos Sung Kang tem um novo projeto para deste ano, e desta vez ele recorreu a um pouco de ajuda.

Kang fez uma parceria com Alexis, Christian e Tony, todos eles estudantes de Alhambra, Califórnia, e todos eles aspirantes técnicos automotivos, Steve Strope também está envolvido e irá servir como um mentor para os garotos.

Seu projeto é centrado no conceito do oprimido, e o carro que será transformado se encaixa perfeitamente o tema: um Ford Maverick 1972.

“Se eu fosse um carro, eu seria o Maverick”, disse Kang, cujo personagem Han dirigiu um em 2011 no filme . “O Maverick sempre foi subestimado, esquecido e desvalorizado … mas aqueles que a amam são leais para sempre.”

Os detalhes específicos das alterações previstas não foram revelados, mas um esboço de conceito aponta para o que está por vir. Sabemos também que a Ford tem fornecido um motor Mustang EcoBoost, de modo que intercooler frontal de montagem no esboço é provável para um turbocharged 2.3-litro.

A construção será gravada e compartilhada em uma série de vídeos on-line apresentando no canal YouTube Garagemonkey. A versão final será revelada para o mundo no SEMA 2016 em Las Vegas a partir de novembro nos dias 1 e 4. Em seguida, será leiloada para arrecadar dinheiro para a Fundação de SEMA Memorial, que fornece apoio financeiro aos estudantes que buscam uma carreira na indústria automobilística.

Confira a galeria de fotos e vídeo abaixo:

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O Colecionador que Já Acumula 27 Caminhões e Vai Para o Trabalho com Eles!

Dizem que uma das razões para o sucesso urbano dos SUVs é a posição mais alta de dirigir. Pode ser. Mas certamente isso não está entre as justificativas para um empresário paulistano adotar o caminhão como seu meio de transporte preferido. Na contramão da tendência do downsizing e dos compactos e econômicos carros urbanos, o programador Osvaldo Tadeu Strada, 58 anos, não abre mão de ir trabalhar ao volante de um de seus 27 caminhões, 22 deles da marca FNM, o primeiro fabricado no Brasil.
Produzidos durante 35 anos – a partir da década de 50 – pela Fábrica Nacional de Motores, os FNM eram equipados com motores Alfa Romeo e tornaram-se populares em nossas estradas, conquistando a fidelidade de muitos caminhoneiros. Entre eles, o pai de Osvaldo, que o influenciou na paixão pela marca e pelo mundo dos pesados. “Meu pai ensinou todos em casa a dirigir FNM: minha mãe, as três irmãs e eu.”

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Estribo elevado e porta suicida: sinais do tempo | Crédito: Daniel Spalatto

O colecionador já chegou a atravessar a cidade de São Paulo todos os dias de caminhão, já que mora na Serra da Cantareira (zona norte) e tem escritório na Chácara Santo Antônio (zona sul). “Atualmente, vou uma vez por semana de caminhão, devido à restrição de circulação”, diz Strada. “Sem dúvida, me acham um maluco, mas é uma verdadeira satisfação.”

Brinquedo grande

A coleção começou em 2000, com um caminhão baú, mas só no ano seguinte realizou o sonho de adquirir um FNM, que por coincidência encontrou na rua onde morava, na Vila Maria, zona norte. “Como estava muito deteriorado, paguei apenas 5 000 reais, mas nunca fiquei tão feliz com uma aquisição. Tratava-se de um D 11 Standart 1965 prata”, diz Strada, que já começou a circular pela cidade com o “novo” brinquedo.

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No painel, os instrumentos e a reduzida: são 4 marchas | Crédito: Daniel Spalatto

No mesmo ano, ao sair para trocar sua Hilux antiga por uma zero-quilômetro, resolveu comprar um cavalo mecânico da Volvo na concessionária em frente. “E para explicar para minha esposa que tinha trocado o carro por um caminhão”, diz Strada, que passou a usar o veículo como carro de passeio.

Ele achava que era o único que colecionava caminhões, até que soube de um evento chamado Alfa Day, que reunia os aficionados por Alfa Romeo. “Fui com o FNM prata, o único na época, no encontro realizado em 2004 na cidade de Avaré e fiquei satisfeito ao encontrar outros admiradores de FNM.”

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No acervo, as várias gerações FNM reunidas | Crédito: Daniel Spalatto

A partir daí, começou a comprar um atrás do outro. Em 2006 sua coleção já somava 15 caminhões e ele teve de arrumar um jeito para guardá-los. Como tinha uma chácara em Pilar do Sul, interior de São Paulo, decidiu construir um galpão de 1.600 metros quadrados. No mesmo ano, contratou um funileiro apenas para restaurar os caminhões e decidiu investir na formação do caseiro da chácara para que pudesse cuidar de seu acervo de maneira mais criteriosa. “Atualmente, financio uma faculdade de engenharia para que ele possa aperfeiçoar os sistemas mecânicos dos FNM.”

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Ex-caseiro e quase engenheiro Beto: formação para cuidar da mecânica | Crédito: Daniel Spalatto

Como viaja bastante com os caminhões, aprimora os motores sem ficar preso a purismos. “Altero a compressão e atualizo os componentes”, afirma Strada, que divide sua coleção em dois segmentos: os caminhões para exposição, aqueles que mantêm a mecânica original, e os para circular regularmente.

Em sua chácara há uma verdadeira linha de montagem, com direito a áreas de funilaria, pintura e mecânica, além de estoque suficiente para montar dez caminhões FNM. “O caminhão é reconstruído”, diz Strada, que também se preocupa com o acabamento, instalando revestimento de couro nos estofamentos, nos painéis de instrumentos e nas maçanetas originais. Cada restauração leva um ano e meio para ser concluída.

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O restaurador Mendonça termina a cabine: lataria refeita “no martelo” | Crédito: Daniel Spalatto

O galpão conta ainda com um mezanino com seis suítes para hospedar os amigos que chegam de FNM. Segundo Strada, a grande satisfação de ter entrado nesse ramo foram as amizades verdadeiras que conquistou e por isso quer sempre cultivá-las.

Em 2007 resolveu lançar o site AlfaFNM, para resgatar a história da marca. “A intenção é mostrar para as novas gerações a importância da fábrica na história do nosso transporte. O portal já recebe 700 000 visitas por ano.”

FNM

A Fábrica Nacional de Motores (FNM) foi inaugurada em 1942 na cidade de Duque de Caxias (RJ). Até 1948 ela produziu, principalmente, motores aeronáuticos. Em 1950 a FNM foi vendida para Alfa Romeo. Em 1952 lançou o FNM D-9500, que foi bem aceito graças a sua robustez. Em 1972, apresentou o FNM 180 e 210. Em 1976 a Fiat comprou a marca e encerrou a produção em 1979, passando a fabricar o Fiat 190.

Dicas para Fotografar Carros Adequadamente

Fotografar carros pode ser muito interessante. É como ciência. Toda vez que você vai fotografar um automóvel, você vai aprender algo novo. Por isso, vamos compartilhar algumas dicas para você começar a fazer isso, como hobby ou não, e para ajudar você a entender esse interessante nicho do mundo da fotografia.

Fotografe na Hora Certa do Dia

Esse é, de longe, um dos erros mais comuns na hora de fotografar carros. O melhor horário para fotografar carros é alguns minutos depois do pôr-do-sol, ou alguns minutos antes do nascer do sol. Use um tripé e consiga aquele perfeito toque de luz suave na tinta do automóvel.

Evite os Reflexos

Você precisa ter muito cuidado com o que vai aparecer no reflexo do seu carro. Dê uma olhada em volta e próximo ao carro para ver o que está sendo refletido na superfície do automóvel. Um carro (especialmente os novos e brilhantes) é como um espelho. Tente fotografá-lo com um espaço aberto atrás de você, como um campo. Tente evitar fotografar em ambientes com muitos prédios, ou árvores atrás de você. Uma das coisas mais importantes para mostrar em uma fotografia de carro são o design e as linhas do automóvel e os reflexos podem estragar isso.
É preciso ter cuidado também para que seu próprio reflexo não saia na foto. Se você não conseguir evitar isso, é melhor colocar a câmera digital em um tripé, acionar o timer e sair do campo de visão da lente.

Fotografar Carros em Movimento

Uma maneira muito fácil de conseguir uma imagem bacana é fotografar um carro dentro de outro carro em movimento (mas tenha cuidado ao fazer isso). Dispare a câmera em direção a outro carro enquanto estiver a 60 km/h com uma velocidade do obturador em 1/100 por segundo.
Ao fazer isso, você vai conseguir um movimento interessante da estrada e das rodas. Você pode até diminuir um pouco a velocidade do obturador, mas isso vai aumentar as suas chances de ficar com uma foto borrada.

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A Cor do Carro

Todos os tipos de tinta reagem de maneira diferente, em diferentes horas do dia, com uma luz diferente. Muitas cores odeiam a luz do sol direta, mas outras cores funcionam muito bem com a iluminação incidida diretamente nelas. Sendo assim, o ideal é que você teste diferentes iluminações, com diferentes intensidades e ângulos e veja qual é o melhor para o seu objeto.

Plano de Fundo

Esteja certo de que seu plano de fundo combine com seu carro e com o tema da fotografia. Evite objetos no plano de fundo que possam distrair o olhar do espectador. Esses objetos podem ser latas de lixo, cabos de energia e outros veículos… Todos eles podem acabar com a sua fotografia e com o destaque do seu objeto principal.

Panning para Motion Blur

Uma maneira interessante de dar movimento para sua fotografia de carro e ficar parado em frente a uma rodovia e deixar os carros passarem por você para fazer o panning. Siga o carro com a sua lente em uma ação suave e ajuste a velocidade do obturador a 125/segundo. Você ficará maravilhado de como é fácil fazer isso.

Deixe o Carro Interagir com a Natureza

Outra maneira de fazer com que o automóvel fale com quem for ver a imagem e deixá-lo interagir com a natureza na hora de fotografar carros. Exemplos disso podem ser um carro levantando poeira ou água, um 4×4 passando por um obstáculo, entre outros…

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Fotografando à Noite

Pode parecer difícil, mas você ficaria surpreso em saber como é fácil fazer isso e como o resultado fica incrível. O maior segredo aqui é encontrar um ponto onde está completamente escuro. Qualquer luz da rua, ou até uma lua cheia pode atrapalhar.
Quando você encontrar esse local, coloque a câmera em um tripé. Ajuste o ISO a 100, a velocidade do obturador em 30 segundos e a abertura em f/9.
Quando o obturador abrir, ligue uma fonte de luz forte e comece a andar em volta do carro “pintando-o” com a luz. Uma lanterna comum pode dar conta disso.
Não há regras aqui. Pinte o carro da maneira que quiser para dar efeitos diversos. Você vai ficar de boca aberta com os resultados. Confira:

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Publicado Originalmente por blog.emania.com.br

A Extreme Makeover do BMW 507 DE Elvis Presley

Há exactamente dois anos, falamos aqui deste mesmo BMW 507 por ocasião de uma exposição em Munique. Na época, dissemos que o carro seria restaurado assim que a exposição terminasse. Pois bem, chegou a hora de vermos o resultado final dessa transformação!

Originalmente conduzido pelo ex-piloto alemão Hans Stuck, o 507 chegou às mãos de Elvis Presley no dia 20 de dezembro de 1958, em Frankfurt. Elvis pagou 3.750 dólares pelo roadster da BMW – uma pechincha nos dias que correm, especialmente se tivermos em conta que só foram fabricados 252 exemplares. Na altura, o Rei do Rock estava destacado na Alemanha, ao serviço das forças armadas norte-americanas.

BMW 507 Elvis Presley

BMW 507 Elvis Presley

Em 1960, Elvis regressa aos EUA, mas sem o seu 507, que ficou desaparecido até 1962, altura em que foi comprado por Tommy Charles, em Nova Iorque. Seis anos mais tarde, o carro conheceu o seu último dono: Jack Castor. Durante décadas, esteve trancado no celeiro de Jack, na Califórnia. Só em 2014, o 507 foi resgatado e levado para casa (Munique) pela própria BMW. Depois de estar durante um período em exposição, foi direitinho para a oficina dos tipos da BMW Group Classic, que tiveram de construir propositadamente vários componentes do zero, como o painel de instrumentos, o eixo traseiro, a caixa de velocidades e o próprio bloco V8 de 3,2 litros.

BMW 507 Elvis Presley

Não é segredo para ninguém o sucesso que Elvis Presley fazia entre as senhoras. O que muita gente, provavelmente, não sabe é que a loucura era tanta que chegou a ‘obrigar’ Elvis a mudar a pintura do seu carro. Originalmente branco, o 507 foi pintado de vermelho para esconder as mensagens escritas a batom pelas fãs, e manteve essa cor até aos dias de hoje. Depois do restauro, voltou à sua cor original.

BMW 507 Elvis Presley

BMW 507 Elvis Presley

BMW 507 Elvis Presley

BMW 507 Elvis Presley

BMW 507 Elvis Presley

BMW 507 Elvis Presley

BMW 507 Elvis Presley

Já com a nova cara, o 507 irá estar em exposição pela primeira vez no dia 21 de agosto, no âmbito do Pebble Beach Concours d’Elegance, evento que reúne todos os anos alguns dos mais belos clássicos de sempre.

Conheça os 100 Carros Alemães Mais Importantes de Todos os Tempos

 

OPEL MANTA B 400
OPEL MANTA B 400
BMW ISETTA
BMW ISETTA
BMW M3 (E30)
BMW M3 (E30)
MERCEDES-BENZ 300 SEL 6.3
MERCEDES-BENZ 300 SEL 6.3
AUDI RS2
AUDI RS2
VOLKSWAGEN GOLF (MK1)
VOLKSWAGEN GOLF (MK1)
PORSCHE 911 2.7 RS
PORSCHE 911 2.7 RS
BMW M3 CSL (E46)
BMW M3 CSL (E46)
MERCEDES-BENZ 450 SEL 6.9
MERCEDES-BENZ 450 SEL 6.9
AUDI QUATTRO
AUDI QUATTRO
FUSCA
FUSCA
OPEL GT
OPEL GT
BMW M1
BMW M1
MERCEDES-BENZ 300 SL
MERCEDES-BENZ 300 SL
AUDI TT
AUDI TT
VOLKSWAGEN UP
VOLKSWAGEN UP
PORSCHE 911 3.2 CLUB SPORT
PORSCHE 911 3.2 CLUB SPORT
BMW 3.0 CSL
BMW 3.0 CSL
MERCEDES-BENZ W116 S-CLASS
MERCEDES-BENZ W116 S-CLASS
AUDI 100
AUDI 100
VOLKSWAGEN GOLF (MK4)
VOLKSWAGEN GOLF (MK4)
NSU RO80
NSU RO80
BMW 328
BMW 328
MERCEDES-BENZ W123
MERCEDES-BENZ W123
AUDI S8
AUDI S8
VOLKSWAGEN CORRADO VR6
VOLKSWAGEN CORRADO VR6
PORSCHE 356 SPEEDSTER
PORSCHE 356 SPEEDSTER
BMW M5
BMW M5
MERCEDES-BENZ CLK GTR
MERCEDES-BENZ CLK GTR
AUDI A2
AUDI A2
VOLKSWAGEN KARMANN-GHIA
VOLKSWAGEN KARMANN-GHIA
PORSCHE CARRERA GT
PORSCHE CARRERA GT
BMW 507
BMW 507
MERCEDES-BENZ 600
MERCEDES-BENZ 600
AUDI R8
AUDI R8
VOLKSWAGEN SCIROCCO (MK1)
VOLKSWAGEN SCIROCCO (MK1)
PORSCHE 930 TURBO
PORSCHE 930 TURBO
BMW 1 SERIES M COUPE
BMW 1 SERIES M COUPE
MERCEDES-BENZ SSK
MERCEDES-BENZ SSK
AUDI R10 TDI
AUDI R10 TDI
VOLKSWAGEN POLO G40
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PORSCHE BOXSTER
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BMW 2002 TURBO
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MERCEDES-AMG GT S
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AUDI SPORT QUATTRO
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BENZ PATENT MOTORWAGEN (PRIMEIRO CARRO)
BENZ PATENT MOTORWAGEN (PRIMEIRO CARRO)
OPEL SENATOR 3.0 24V
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PORSCHE 911 997 GT3 RS 4.0
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BMW Z1
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MERCEDES-BENZ 190
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AUDI RS4
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VOLKSWAGEN GOLF GTI
VOLKSWAGEN GOLF GTI
TRABANT 601
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PORSCHE 968 CLUB SPORT
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BMW NEW CLASS
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MERCEDES-BENZ UNIMOG
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AUDI V8
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VOLKSWAGEN TYPE 3
VOLKSWAGEN TYPE 3
OPEL OMEGA GSI 3000
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PORSCHE 959
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BMW I8
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MERCEDES-BENZ SL ‘PAGODA’
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AUTO UNION (A TO D)
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VOLKSWAGEN LUPO GTI
VOLKSWAGEN LUPO GTI
PORSCHE 918 SPYDER
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BMW Z3 M COUPE
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MERCEDES-BENZ 300 SLRa
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VOLKSWAGEN GOLF RALLYE
VOLKSWAGEN GOLF RALLYE
PORSCHE CAYMAN R
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SMART
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BMW Z8
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MERCEDES-BENZ SPRINTER
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VOLKSWAGEN TYPE 2
VOLKSWAGEN TYPE 2
PORSCHE 718 RS 60 SPYDER
PORSCHE 718 RS 60 SPYDER
BMW 3 SERIES
BMW 3 SERIES
MERCEDES-BENZ 300E
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VOLKSWAGEN XL1
VOLKSWAGEN XL1
PORSCHE 911 GT1
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BMW E30 TOURING
BMW E30 TOURING
MERCEDES-BENZ G-WAGON
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VOLKSWAGEN PHAETON
VOLKSWAGEN PHAETON
PORSCHE 550 SPYDER
PORSCHE 550 SPYDER
NOVO MINI DA BMW
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MERCEDES-BENZ W140 S-CLASS
MERCEDES-BENZ W140 S-CLASS
PORSCHE 911 CARRERA RSR TURBO
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BMW 7 SERIES
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VOLKSWAGEN GOLF R32
VOLKSWAGEN GOLF R32
PORSCHE 904
PORSCHE 904
DKW SONDERKLASSE
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BMW I3
BMW I3
MERCEDES-BENZ 190 EVO II
MERCEDES-BENZ 190 EVO II
VOLKSWAGEN-PORSCHE 914:6
VOLKSWAGEN-PORSCHE 914:6
MONZA
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BORGWARD ISABELLA
BORGWARD ISABELLA
MERCEDES-BENZ C63 AMG
MERCEDES-BENZ C63 AMG
RUF CTR ‘YELLOW BIRD’
RUF CTR ‘YELLOW BIRD’
HORCH 853A
HORCH 853A
DKW MONZA
DKW MONZA
WIESMANN GT MF5
WIESMANN GT MF5
MERCEDES-BENZ SILVER ARROWS
MERCEDES-BENZ SILVER ARROWS

BMW 507 Descapotável – O Carro que Quase Levou a BMW á Falência

Nem todos os carros têm histórias felizes. Este BMW 507 descapotável é a prova disso mesmo. Mas, como é óbvio, não é isso que vai fazer com que o achemos menos tentador. Com um total de 252 exemplares, a produção dos 507 durou apenas três anos, de 1966 a 1969. Porquê?, perguntam vocês. Este carro podia muito bem ter significado o fim da BMW.

BMW 507

Com elevados custos de produção, o preço de venda foi ridiculamente inflacionado, traduzindo-se em perdas enormes para a marca alemã. No total, o prejuízo foi de 15 milhões de marcos, qualquer coisa como 7 milhões de euros. Inicialmente construído com partes “emprestadas” do 502 e do 503, incluindo o próprio motor V8 de 3.2L, o 507 foi incapaz de fazer peito ao Mercedes-Benz 300SL. Se não fosse o sucesso dos modelos mais baratos, hoje podíamos nem conhecer a BMW. Felizmente, a história foi outra e, apesar do enorme insucesso, Elvis Presley chegou a ter um destes.

BMW 507

Quanto a este modelo em particular, passou apenas pelas mãos de quatro donos, um dos quais durante 50 anos. O interior e o motor são totalmente originais e, surpreendentemente, só tem 72 mil quilómetros feitos. Com uma licitação inicial acima dos 2 milhões de euros, o leilão está a decorrer aqui.

BMW 507

Veja Como Tirar a Placa Preta de um Carro Antigo

Para muitos proprietários de carros com mais de 30 anos de fabricação, possuir a placa preta virou sonho de consumo. Ela dá ao veículo o cobiçado selo de “coleção” e valoriza o bem.

Mas entre o sonho e a realidade há obstáculos nem sempre fáceis de superar. A Resolução 56 do Contran, que criou a placa preta em maio de 1998, diz no inciso II do Artigo 1º que o veículo deve “conservar suas características originais de fabricação”, e o rigor na verificação desses itens varia de clube para clube.

A reportagem do Jornal do Carro acompanhou inspeções feitas pelo Fusca Clube do Brasil, fundado há 29 anos e um dos mais rigorosos do País na concessão da placa preta. Para se habilitar à vistoria, o proprietário tem de se tornar sócio do clube (R$ 70,00 o trimestre), além de pagar taxa de R$ 120,00 pelo serviço. A inspeção demora em média 40 minutos. Se aprovado, o automóvel ganha na hora o selo. Pelo Correio, o proprietário recebe o Certificado de Originalidade. Esse documento é entregue ao Detran, que providenciará a alteração da categoria ao automóvel, de “passageiro” (PAS/Automóvel) para “coleção” (COL/Automóvel). Uma nova placa, na cor preta, é emitida.

Placa_preta_025

A vistoria. Munido de um formulário, o vistoriador verifica itens de “mecânica”, “parte elétrica”, “parte externa do veículo” e “interior do veículo”, todos com diversos subitens. A cada um desses subitens são atribuídos pontos, de zero a cinco. Para ser aprovado, o carro tem de somar no mínimo 80 pontos, em 100 possíveis. “O ideal é que o carro esteja o mais próximo possível da originalidade”, afirma o perito Dilson Porta, do Fusca Clube do Brasil. “Por isso a gente acaba fazendo o advogado do diabo: só falamos o que está errado no carro, mesmo ele estando aparentemente bonito.”

E, por originalidade, entenda-se peças originais, e não apenas no padrão original. O arquiteto Érico Pereira de Lima levou para a vistoria seu bem cuidado Fusca 1963 azul Real, com motor 1.200, sistema elétrico de 6 volts, recém-reformado e com impecável interior branco. Para o observador leigo, um carro perfeito. Mas o “advogado do diabo” encontrou diversos itens fora do padrão.

A lista é extensa: tampa de motor não original, galões e borrachas do estribo de cores diferentes do ano de fabricação do veículo, estofamento, laterais e revestimento de teto fora do padrão, pintura de rodas e dos suportes dos para-choques na tonalidade errada, lentes de lanterna de marca não reconhecida, frisos e adornos externos amassados, pomo da alavanca de câmbio e tapetes de outros modelos… Até a falta de um par de rebites na moldura do vidro basculante traseiro esquerdo foi notada.

Placa_preta_028

Todas as “irregularidades” são relacionadas pelo vistoriador, fotografadas e comunicadas oficialmente ao proprietário que, se não desistir da empreitada, tem 90 dias para corrigir os itens e voltar para uma segunda vistoria, sem ter de pagar novamente a taxa. Lima anotou tudo o que precisava mudar em seu Fusca mostrou-se disposto a voltar para nova tentativa.

Melhor sorte teve o lotérico Paulo César Licio. Impecável, seu Fusca 1.300L 1977 bege Alabastro, com 62.119 km registrados no hodômetro, foi aprovado com 93 pontos, um índice considerado excelente. Com interior totalmente preservado, pintura original reluzente, cromados intactos e rodas com data de fabricação gravada, ele só não atingiu a nota máxima porque as lentes das lanternas não eram originais (apesar de estarem no padrão de fábrica) e a manivela de vidro da porta do passageiro ter sido trocada. “É difícil ver um carro em tão boas condições. Dou meus parabéns”, disse o vistoriador Aluizio Lemos, um dos maiores conhecedores de Fuscas do País. “Vou providenciar essas peças, quero chegar nos 100 pontos”, disse Licio, que comprou o carro de um mecânico, por R$ 15 mil. “Tenho o carro há três meses, mas para mim são 10 anos, porque esse foi o tempo que passei tentando convencer o dono anterior a vendê-lo”, brincou.

Placa_preta_031

Itens verificados na vistoria da placa preta

Equipamentos obrigatórios: limpador de para-brisa, freio de estacionamento, roda sobressalente, macaco e chave de roda, extintor de incêndio, triângulo de segurança, funcionamento de luzes (faróis, faroletes de ré, de placas, setas, quando pertinentes)

1. Mecânica (34 pontos)

Motor

  • Bloco de motor / coletores: (0 ou 5)*
  • Latarias: (5)
  • Carburador / filtro de ar: (3)
  • Distribuidor / cabos de velas: (0 ou 3)*

Transmissão

  • Caixa de câmbio/diferencial: (0 ou 2)*

Suspensão

  • Amortecedores / elementos essenciais: (0 ou 2) *
  • Rodas: (5)
  • Pneumáticos: (4)
  • Freios: (5)

2. Parte elétrica (11 pontos)

  • Voltagem: (0 ou 4)*
  • Instalação elétrica (correção e aspecto): (0 ou 2)*
  • Dínamo / alternador: (3)
  • Bobina / magneto: (0 ou 2)

3. Parte externa do veículo (33 pontos)

  • Carroceria: (5)
  • Pintura: (8)
  • Cromados, frisos e adornos: (5)
  • Para-choques: (5)
  • Calotas: (3)
  • Faróis e lanternas: (0 ou 5)
  • Vidros: (0 ou 2)

4. Interior do veículo (22 pontos)

  • Painel: (6)
  • Estofamento: (4)
  • Laterais de porta / forração de chão: (3)
  • Forração de teto: (2)
  • Volante: (3)
  • Tapetes: (0 ou 2)*
  • Maçanetas: (0 ou 2)*

* Não há pontuação intermediária. Ou é nota máxima, ou zero.