Venda seu carro em Lindóia – Saiba como

Já considerado um evento tradicional, o Encontro de Águas de Lindóia recebe mais de 700 mil visitantes todos os anos. O mais importante no Brasil e ótima oportunidade para que venda seu carro em Lindóia.

Caso você tenha um veículo e o queira levar para Lindóia, com o objetivo de vendê-lo, a The Garage pode te ajudar nisso.

Encontre os melhores carros antigos em São Paulo.

Venda seu carro em Lindóia com a The Garage

Todos os anos estamos presentes no espaço fixo que temos no evento, no qual recebemos carros de clientes para serem vendidos.

Por isso, o Encontro de Águas de Lindóia é um ótimo lugar para ter lucro com seu veículo, porque vão pessoas de todo o país, entre colecionadores e novos proprietários.

As inscrições começaram a partir de 27 de fevereiro para todas as categorias, como Inscrições com Veículos, Sem Veículos e Veículos à Venda.

Inscrições de Veículos

A The Garage pode levar um ou mais veículos do mesmo proprietário. Serão entregues aos donos troféus de participação e Kit com brindes. Isso é dado pela organização do evento.

Dessa forma, podemos também ajudar em todos os processos, desde inscrições, vistoria e avaliação do melhor preço de venda, para que tenha assertividade.

Confira a programação

Carros clássicos pouco valorizados dos anos 90

São clássicos, mas são modernos o suficiente para serem confiáveis. Digo até para que seja usado no dia a dia, e ainda assim ser um clássico. Estamos falando dos carros clássicos pouco valorizados dos anos 90.

Quem gosta de carros antigos, quer poder dirigir todos os dias. É um estilo de vida que só os apaixonados por clássicos compreende.

E para isso, com o fim de aguçar ainda mais seu amor pelos carros, separamos carros clássicos da década de 1990, dos quais são possíveis serem usados no dia a dia e, sobretudo, foram pouco valorizados em sua época.

Em nosso estoque há alguns carros da década de 1990.

Carros clássicos pouco valorizados dos anos 90

Sabemos que esses carros são fáceis de operar, modernos e úteis para o dia a dia. Muitos deles surgiram com itens adicionais de segurança. E ainda estão com custo-benefício em boa escala para o comprador. Mas, esta é uma lista para carros fora do país, quem têm um preço mais acessível, sendo passível de importação.

Audi S8 1996, um dos carros clássicos pouco valorizados da década de 1990.

1º Audi S8 1996 – um dos carros clássicos pouco valorizados

Um verdadeiro musculoso V8 europeu, que saiu do Salão do Automóvel e foi direto para as telas do cinema dois anos depois.

O modelo teve participação no filme Ronin, estrelado por Robert De Niro e Jean Reno.

O carro é feito em alumínio, com um motor de 335 cavalos de potência. O S8 perdeu espaço para o BMW M5. Isso tem um ponto positivo para quem busca um esportivo de luxo mais barato.

2º MGF

O carro britânico é equipado com um motor central com suspensão hidrogênica flexível. Foi concorrente direto do MX-5, da Mazda.

Portanto, é um veículo barato para quem quer estilo e segurança.

3º Fiat Coupé Turbo

Design esportivo e rápido. Não é um carro lá tão potente como o nome sugere, mas é rápido.

4º Audi TT

Foi com entusiasmo que os visitantes do Salão do Automóvel recebeu um carro conceito. E foi surpreendente quando o viram nas ruas.

O carro até hoje tem linhas modernas, fazendo dele um veículo atual.

Foi montado sobre a plataforma do VW Golf europeu; é fácil de operar, tem 222 cavalos de potência e muito rápido.

Mas, veja a lista completa aqui.

O que é antigomobilismo – conheça o estilo de vida

Estilo de vida é algo que muitos de nós gostaríamos de ter. Mas, enquanto alguns têm estilos de roupas e cortes de cabelo, que retratam um conceito histórico ligados à moda, há um outro grupo de pessoas emergentes: os antigomobilistas. Pois é, neste post você descobrirá quem são essas pessoas e o que é antigomobilismo.

Mas, além disso, neste post você vai descobrir tudo sobre o estilo de vida dos apaixonados por carros antigos, o que é antigomobilismo no Brasil, as boas práticas do antigomobilista e o que fazer para se tornar um antigomobilista.

Toronado. Foto: The Garage.

O que é antigomobilismo no Brasil

Em todos os anos no Brasil mais pessoas surgem com olhares apaixonados sobre os carros de outrora. Carros que remontam uma história antes da Guerra e pós-Guerra Mundial.

Mas, sobretudo, os brasileiros têm muitas referências pelos muscle cars norte-americanos. Esses carros desenvolvidos pela indústria dos Estados Unidos, nos quais podiam demonstrar superioridade de matérias primas e em potência.

Com isso, pelo passar das décadas, uma geração de construtores de carros aqui no Brasil tiveram a preferência por motores cada vez mais potentes.

Mustang. Foto: The Garage.

No entanto, o que é antigomobilismo no Brasil? É uma geração que revive a época, seja no estilo de vida, preservando a história do carro da época; as cores, a originalidade, os passeios… e, sobretudo, a restauração dos carros com o fim de manter viva sua história.

Por isso, todos os anos surgem pessoas com o sonho de conquistar um carro antigo, manter a originalidade e praticar o comércio sobre esses carros. Isso é ser um antigomobilista.

E pegando esse gancho, vamos falar o sobre:

As boas práticas do antigomobilista

Exatamente como falamos acima, o antigomobilista é alguém que escolhe preservar historicamente o estilo e período dos carros antigos.

Consequente, essa prática consiste em buscar a originalidade de um carro de época, participar de um clube voltado aos carros antigos, estudar sobre restauração de carros e praticar o comércio honesto.

Ou seja, o antigomobilista precisa aprender sobre curadoria, termos técnicos sobre peças e funcionalidades dos veículos. Por exemplo, não é de duvidar de que a casa do apaixonado por antigomobilismo também é cheia de objetos antigos de qualquer época. Muitos até decoram as casas com peças de carros.

Como me tornar um antigomobilista

Primeira atitude a tomar para ser um antigomibilista e saber de fato o que é antigomobilismo, é ir a eventos de exposição de carros antigos.

É o mesmo princípio sobre ser motoqueiro e motociclista. O primeiro é o profissional que trabalha com a moto. O segundo é aquele que vive o estilo, que só pilota moto, que viaja de moto e que participa de um moto clube.

Portanto, além de eventos de carros antigos, compre o seu carro antigo. Reserve dinheiro para comprá-lo e, princialmente, se associe a um clube de carros antigos.

Nele você receberá orientações, participará de passeios, terá portas abertas para negócios relacionados e não relacionados a carros antigos.

Quer saber mais sobre o que é antigomobilismo? Venha conhecer a The Garage. Chame no WhatsApp para a agendar uma visita e conhecer os carros da garagem secreta no centro de São Paulo.

The Garage – Seu carro está por aqui. Descubra.

Outlaw Tracker: A Bicicleta Elétrica Inspirada no Porsche 356

O nome Rod Emory pode até ser desconhecido para a maioria dos fanáticos do ciclismo, mas para os coleccionadores Porsche é certamente um rosto popular. Especialista em clássicos Porsche, Emory foi contactado pela Vintage Electric, uma marca californiana de bicicletas eléctricas com personalidade, para desenhar um novo modelo totalmente inspirado na sua paixão: o modelo 356. Emory ficou famoso pela preparação e personalização que realiza nos Porsche 356.

Assim nasceu a “Outlaw Tracker”, uma bicicleta eléctrica que mistura a elegância das formas do famoso 356, com um desempenho 100 por cento ecológico. Disponível nas versões de estrada (limitada a 30 km/h) e race (limitada a 55 km/h), a Outlaw Tracker utiliza um quadro moldado em alumínio, pneus Schwalve Fat Frank, e um selim Brooks de aspecto clássico para impressionar o maior dos coleccionandores. A pintura na tonalidade Carrera Silver evoca alguns dos melhores 356 alguma vez produzidos 

A Outlaw Tracker pode ser adquirida através deste site. O preço começa nos 6 995 dólares, mas é possível personalizar o seu exemplar com malas de viagem, por mais um punhado de dólares.

As Ferraris Mais Estranhas da História

Ferrari 408 4RM

Se acha que o FF foi a primeira Ferrari com tração nas quatro rodas, engane-se. Em 1987 a Ferrari criou o 408 4RM, um estudo desenvolvido para testar um complexo sistema hidráulico de tração nas quatro rodas, que culminou neste bizarro modelo. O automóvel não era bonito, nem o sistema funcionava bem. Felizmente, só produziram duas unidades, estando uma delas atualmente na Galleria Ferrari.

Ferrari Rainbow

Intitulado “Rainbow” e montado em cima do chassis do 308 GT4, esta Ferrari teve o seu design assinado pela casa Bertone, que tentou dar um look moderno e de acordo com o que seria um automóvel do futuro no anos 70. Uma das suas características mais curiosas era o hardop, que reclinando 90º, desaparecia por entre a parte detrás dos bancos e o motor, uma inovação muito à frente do seu tempo.

Ferrari 365 GTC / 4 Beach Car by Felber

Ferrari 365

Sim, uma Ferrari que parece ter sido feita para andar na praia. Esta 365 GTC/4, sem portas e com um ar de buggy, teve o seu design assinado pela Michelotti e a carroçaria produzida pela Felber, para ser apresentada no Salão Automóvel de Genebra de 1976. Pode ter sido feita para as dunas, mas com um motor V12 de 320 CV, não deixa de estar imbuído do espírito Ferrari.

Ferrari 166 MM Zagato Panoramica

Ferrari 166 MM

O 166MM Panoramica consegue ser feio e bonito ao mesmo tempo. Este modelo, que marca a primeira colaboração entre a Ferrari e a Zagato, é também o primeiro modelo Coupé da marca, tendo surgido pela exigência dos clientes de terem carroçaria Zagato mais leves para os seus novos Ferraris. Apenas um foi construído, e, tal como se fazia na época, rapidamente foi redesenhado em nome da competição.

Ferrari Sigma by Pininfarina

Ferrari Sigma

No final dos anos 60, ser piloto equiparava-se a um gladiador, e as mortes estavam a se tornar comuns na Fórmula 1. Para tentar estancar estas fatalidades, a Pininfarina juntou-se à Revue Automobile e desenharam este protótipo criado à volta do chassis do Ferrari 312 e equipado com um motor V12. Apresentado em 1969, o Sigma nunca foi criado com o verdadeiro propósito de correr mas sim de ser usado como estudo para desenvolver novas medidas e standards de segurança automóvel.

Ferrari Mondial T PPG Pace Car

Ferrari Mondial

Baseado na Ferrari Mondial, este modelo foi criado para servir de safety car na PPG Indy Car World Series no final dos anos 80. Construído pela Ferrari com o design do I.DE.A Institute, foi apresentado em 1989 no Champion Spark Plugs 300 em Laguna Seca. Originalmente custava um milhão de dólares, mas em 2004 a leiloeira Christie’s vendeu um exemplar por uns meros €70.500.

Ferrari 360 Barchetta

Ferrari 360 Barchetta

Gianni Agnelli mandou construir esta Ferrari 360 Spider em estilo de Barchetta para oferecer como presente de casamento a Luca di Montezemolo, por isso sim, só existe um exemplar. E aparentemente Luca nunca soube da existência deste modelo pois Agnelli fez todos os esforços para o manter em segredo até ao dia do casamento, para o poder surpreender com o presente.

Ferrari Pinin by Pininfarina

Ferrari Pinin

Apesar de ser apenas um automóvel conceitual, o Pinin é o único quatro portas alguma vez construído pela Ferrari, se não contarmos com as encomendas particulares dos 456 saloon. Desenhado pela Pininfarina para o Motor show de Turim de 1980, daí o nome Pinin, como tributo ao seu fundador Battista “Pinin” Farina, este protótipo foi criado para assinar o 50º aniversário do lendário atelier de design italiano. Enzo Ferrari ainda ponderou produzir o automóvel, mas a ideia caiu por terra, existindo apenas um exemplar.

Ferrari 330 GT Speciale by Vignale

Ferrari 330 GT

Fredo Vignale era o homem responsável pela concretização da visão de Luigi Chinetti, o importador da Ferrari nos EUA, para uma versão shooting brake do luxuoso Ferrari 330 GT 2+2 no final dos anos 60. Vignale viria a morrer pouco depois, em 1969, sendo esta a sua última criação.

Ferrari GG 50 by Giugiaro

Ferrari GG 50

Baseado no 612 Scaglietti, o Ferrari GG 50 foi desenhado por Giorgetto Giugiaro em 2005 para assinar o seu 50º aniversário em design automóvel. Apresentado no salão de Tóquio em 2005, este automóvel conta com muitas modificações inspiradas na Fórmula 1.

As Cinco Asas Traseiras e Spoilers mais Selvagens da Porsche

As asas traseiras e spoilers surgem nos mais variados formatos e tamanhos, no entanto todos eles têm dois aspectos em comum: melhorar a aerodinâmica e aumentar o apoio aerodinâmico.

Neste episódio da série “Porsche Top 5” apresentamos-lhe os modelos mais selvagens da marca. Assista a este vídeo para ficar a saber quais são os automóveis desta lista.

Os 5 Melhores Sons da Porsche

A nova série da Porsche exibida no Youtube apresenta neste episódio um top 5 com os melhores sons dos modelos da marca. Não se esqueça de aumentar o volume enquanto relaxa e aprecia os rugidos destas verdadeiras máquinas!

Ferrari F50 que Foi de Mike Tyson Vai a Leilão

Há leilões e leilões. Não é todos os dias que se têm a oportunidade de comprar um carro que já pertenceu aquele que é considerado um dos maiores boxeadores de todos os tempos. Falamos de Mike Tyson e da sua ex-Ferrari F50, de 1995. O super-esportivo que vai a leilão na Sotheby’s é o 73º dos únicas 349 produzidas.

No que toca a distribuir pancada, pelo visto, o campeão do mundo de pesos-pesados limitava-se a fazê-lo dentro do ringue. É que esta Ferrari F50 está em perfeito estado de conservação, apesar dos seus 22 anos (tem pouco mais de 9 mil km rodados). Agora, vamos ao que interessa: números. Esta menina traz um motor V12, de 4,7 Litros, com 520 cavalos, e é capaz de atingir os 325 km/h. Precisa de apenas 3,6 segundos para ir dos 0 aos 100 km/h. O valor de mercado da F50 ronda os 750,000 dólares, mas, tendo passado pelas mãos de Mike Tyson, o caso muda de figura. A estimativa é que seja leiloada entre os 2,2 milhões de dólares (cerca de 2 milhões de euros) e os 2,4 milhões de dólares (cerca de 2,2 milhões de euros). Certificado de clássicos da Ferrari incluído!

O leilão irá ocorrer 11 de março, aqui.

Ferrari Mike Tyson

Ferrari Mike Tyson

Ferrari Mike Tyson

Ferrari Mike Tyson

Ferrari Dino 246 GTS de Ross Brawn é arrematada em leilão

Esta rara Ferrari Dino 246 GTS 1974 foi vendida por US$ 740 mil. Com apenas 38.000 km rodados, está pintada da cor ‘Bianco Polo Park’, tem rodas Campagnolo aro 15, interior impecável com assentos de couro preto ‘Daytona’. Além de tudo isto, já pertenceu a Ross Brawn, engenheiro de automobilismo e ex-chefe da equipe de corrida da Mercedes-Benz, atualmente diretor esportivo da Fórmula 1. Esta Ferrari Dino 246 GTS de 1974 é um dos clássicos super raros  alem de ter volante do lado direito  (uma das doze unidades produzidas).

A Hexagon Classics leva agora a leilão este clássico muito especial, avaliado em cerca de 700.000 euros. O automóvel apresenta um elevado estado de conservação e vem com um manual de instruções original e um certificado Ferrari Chassiche, que assegura a qualidade do mesmo.

Paul Michaels, presidente da Hexagon Classics, destacou a importância deste automóvel. “É realmente uma Dino muito especial. Além de ter pertencido a Ross Brawn, é um dos mais raros do mundo. O pacote de rodas, que veio de fábrica, é altamente desejável e é uma adição estonteante a um automóvel incrível”.

Quanto à mecânica, possui um motor V8 de 2.4 litros com 197 CV, capaz de alcançar os 235 km/h.

De acordo com o anúncio feito pela Hexagon, o preço de US$ 740 mil, cerca de R$ 2,3 milhões, é justificado pela história automóvel, por sua baixa quilometragem, com apenas 38 mil quilômetros rodados, e pelos bancos de couro pretor e exterior em Bianco Polo Park.

Um Encontro de Clássicos: Jaguar E-type e Estádio do Pacaembu

Poucos carros mexem com a emoção como o Jaguar E-Type, com seu capo longo, quase fálico. Quando o design surgiu em 1954, Enzo Ferrari o elogiou como sendo “O Carro mais bonito já feito”. O designer Malcon Sayer trabalhou muito em cima da forma do Jaguar de corrida D-Type Lemans, fazendo uma reinterpretação para estrada.

Sem dúvida um dos mais icônicos da história automotiva, o E-Type ficou em primeiro lugar na lista de cem carros mais bonitos de todos os tempos feitos pelo Jornal Daily Telegraph. Esse modelo é um série 3 o mais potente E-Type de estrada, o V12 de 5300cc.

O ensaio fotográfico foi realizado no Estádio Municipal Paulo Machado de Carvalho, mais conhecido por Estádio do Pacaembu ou simplesmente Pacaembu. Localizado na praça Charles Miller, na zona central da cidade de São Paulo, foi inaugurado na década de 1940 com capacidade para 70 mil espectadores e, na época, era considerado o mais moderno estádio da América do Sul.

Confira as fotos deste encontro de clássicos.

Jaguar E-type

Jaguar E-type

Jaguar E-type

Jaguar E-type

Jaguar E-type

Jaguar E-type

Jaguar E-type

Jaguar E-type

Jaguar E-type

Jaguar E-type

Jaguar E-type

Jaguar E-type

Jaguar E-type

Jaguar E-type

Jaguar E-type

BMW R100 R3, BY Sinroja Motorcycles

Esta BMW R100 já pertenceu, um dia, às mãos da polícia britânica. Agora, ou muito nos enganamos, ou vai é ser perseguida por essa mesma polícia. É caso para dizer que passou de bestial a besta, mas num bom sentido, claro. É daquelas bestas que se suportam com todo o gosto. Ainda não conhecíamos o trabalho da Sinroja Motorcycles, mas, a partir de agora, vamos ficar atentos. Esta é apenas a terceira customização deles, mas, pelo resultado final, ninguém o diria.

Apelidada de R3, esta máquina, com o motor de uma R100-R, destaca-se pelo escape duplo posicionado mesmo abaixo do assento, algo invulgar, mas, sem dúvida, um excelente apontamento, que é impossível passar despercebido. A bateria de lítio atrás do quadro alimenta todo o veículo, incluindo o bonito Motoscope da otogadget e o sistema de ignição electrónica, que lhe dá um toque clean, graças às pequenas luzes LED na forqueta. Tudo isto em cima de umas jantes de aço inoxidável, com 16 polegadas, “embrulhadas” nuns pneus Chattanooga Delux Champion. E vocês, ficaram convencidos?

BMW Custom by motorcycle

BMW Custom by motorcycle

BMW Custom by motorcycle

BMW Custom by motorcycle

BMW Custom by motorcycle

BMW Custom by motorcycle

BMW Custom by motorcycle

Batman vai Leiloar um dos Seus Veículos Supersónicos

Fãs de motos já nós sabemos que vocês são. Fãs do Batman também temos quase a certeza que muitos devem ser. Como tal, esta notícia vem mesmo a calhar. O famoso Batpod, moto XPTO utilizada pelo homem morcego nos filmes da trilogia “O Cavaleiro das Trevas”, vai ser leiloado online pela Prop Store e pode ser vosso – caso tenham aí à mão uns 70 a 95 mil euros, claro. O valor final da licitação vai andar à volta disso.

O Batpod foi concebido pelo production designer Nathan Crowley e tornado realidade pelo especialista em efeitos especiais (passe-se a redundância) Chris Corbould. Revestido com painéis de fibra de vidro, o veículo está equipado com um motor Honda de 750cc, pneus de competição Hoosier de 31 polegadas, dois canhões e uma mira laser. Não se entusiasmem… Os canhões e o laser, obviamente, não estão operacionais. É pena, de facto…

Nos três filmes realizados por Christopher Nolen, foram utilizados seis Batpods diferentes, mas este modelo é precisamente o que aparece nos principais close-ups das películas.

O leilão irá decorrer aqui, a partir de dia 27 de setembro.

Batpod

Batpod

Batpod

Batpod

Caterham Seven Sprint – Um Clássico a Estrear

Todos aqui gostamos de carros clássicos, certo? Mas, e quando eles são clássicos e novinhos em folha ao mesmo tempo? Melhor ainda, não? É o caso do “Seven Sprint”, um modelo criado pela fabricante britânica Caterham, especificamente para assinalar o 60º aniversário do modelo Seven, que será celebrado no próximo ano.

Numa edição limitadíssima (serão lançados apenas 60 exemplares), o carro vem equipado com um motor Suzuli de três cilindros, com 80 cavalos de potência, e combina as técnicas de construção modernas com o estilo vintage, inspirado na década de 60. Para quem conhece bem os primeiros modelos “Seven”, a nostalgia começa assim que vemos as “asas” laterais e os faróis (que quase fazem lembrar os carros do filme “Cars”, com olhos). No interior, temos um lindo volante em madeira, um painel de instrumentos completamente à antiga, e uns estofos costurados à mão em vermelho escarlate.

Caterham
Caterham

Land Cruiser DJ 40 Hot Rod, Bu Aller Rods & Customs

Poucos são os fãs do off-road que têm alguma coisa a apontar aos Toyota Land Cruiser, que já cá andam há umas boas décadas. Foi precisamente num Land Cruiser de 1976 que os tipos da Aller Rods & Customs, sediados na África do Sul, decidiram pegar para fazer alguma magia. E não se saíram nada mal!

Já ouviram falar nos Hot Rod? São aqueles carros americanos dos anos 20 e 30 modificados para ficarem mais rápidos e com um aspecto meio “Hot Wheels”. São quase como uma espécie de café racer dos carros. Tirando a suspensão da frente, que foi totalmente criada pela oficina sul-africana, a maioria das alterações foram adaptadas de outros carros: as rodas gigantes e o diferencial eram de um Land Rover Discovery; os assentos de um Jeep Wrangler; e os faróis de um Volkswagen Golf 1. Além disso, ainda instalaram um rádio Lexus, um volante Momo e uma roll cage, para garantir maior segurança ao condutor. Quanto ao motor, optaram por um V8 1Uz Lexus, com 300 cavalos. O que acham do resultado?

Land Cruiser

Land Cruiser

Land Cruiser

Land Cruiser

Land Cruiser

 

Porsche 911 Carrera RS: Melhor que a Bovespa

Uma pesquisa conduzida em 2014 pelo Discovery Channel revelou que o Porsche Carrera 2.7 RS 1973 foi o carro mais valorizado da última década. Em 2004, seu preço girava em torno dos R$ 260 mil (convertendo de libras para o real). Dez anos depois, o Porsche mais esportivo da sua época era avaliado em torno de R$ 2 milhões, ainda de acordo com o canal.

Carro antigo virou investimento é há quem prefira lucrar com eles do que com aplicações. Afinal, enriquecer com um Carrera RS 1973 na garagem é muito mais emocionante e glamouroso do que enriquecer acompanhando números subirem e descerem na Bovespa, no Nasdaq ou no Dow Jones.

Tem muita gente no antigomobilismo por dinheiro. Compra um cacareco aqui, reforma por uns aninhos, vende e fatura um troco. Acha uma mosca branca acolá, guarda por um tempo na garagem até valorizar e depois põe no mercado, pelo dobro ou triplo do que comprou.

Mas a maioria está nessa pelo amor aos automóveis, sobretudo aos antigos. E não se comercializa amor. Para alguns, vender um carro da coleção é como vender bicho de estimação. É imoral.

Portanto, de que vale ter um clássico valorizando ano após ano?

Para Julio Penteado, colecionador de São Paulo, vale bastante. “É sempre bom que seu carro valorize. É uma situação um tanto incômoda investir num automóvel antigo e saber que ele está valendo menos ou caindo de preço depois de tanto investimento”, reflete.

O economista acredita que ter um automóvel valorizado a cada ano é uma espécie de tempero do antigomobilismo: “não vendo meus carros de jeito nenhum, mas gosto de saber que eles valem mais hoje do que ontem”.

Para outros colecionadores, o valor financeiro não importa. Dono de sete automóveis – todos nacionais –, Marcos Camargo Jr. mostra certo desdém diante da certeza de que seu Galaxie, seu Fusca e seu 147 nunca valerão menos do que valem hoje.

“O que importa pra mim é o valor histórico de cada um, além do valor sentimental e acho que o verdadeiro antigomobilismo supera a questão financeira e está na paixão por preservar a história e o contexto onde cada um desses veículos evoluíram”, decreta.

Eu sei bem disso: namoro seu Chevrolet Opala Comodoro 1979 há anos, mas sei que o jamais terei.

Mesmo que lhe oferecesse os R$ 2 milhões do Carrera RS.

Como Fica um Jaguar Depois de Estar 40 Anos Abandonado?

Por norma, quando trazemos relíquias restauradas aqui para o BR, já só temos oportunidade de ver o “depois” da transformação. Hoje, abrimos uma excepção com este Jaguar E-Type 3.8 Coupe, de 1964. Em vez de uma pintura reluzente, vão ver uma “pele” em descamação; em vez de uns pneus chorudos, vão ver bocados de borracha carecas; em vez de um aspecto novinho em folha, vão ver camadas de pó e, possivelmente, umas quantas teias de aranha… Mas não deixa de ser um verdadeiro diamante. Agora é “só” lapidá-lo.

Ao todo, só foram construídos 1798 exemplares do Jaguar E-Type 3.8 Coupe. Actualmente, este é um dos poucos que ainda existe totalmente fiel à forma que tinha quando saiu da fábrica. Esteve fechado num estábulo ao longo dos últimos 40 anos, e já não era posto a trabalhar há cerca de 15. Teve apenas dois donos e – imaginem só – o conta-quilómetros aponta uns escassos 85 mil km feitos. Para além da valente nuvem de pó, vem com o certificado Jaguar Heritage, carta de garantia, manual de utilizador e 5 certificados MOT (Ministry of Transport), sendo que o último foi passado em 1974.

Estima-se que seja leiloado entre os 40 e os 50 mil euros, aqui. Curiosos para ver como vai ficar depois de um bom período fechado, desta vez, na oficina?

Jaguar Abandonado

Jaguar Abandonado

Jaguar Abandonado

Jaguar Abandonado

Jaguar Abandonado

Mora nos Clássicos: Conheça Um dos Maiores Colecionadores de Carros Antigos

Na página da Federação Brasileira de Veículos Antigos, o calendário de eventos contabiliza 130 reuniões de pessoas que se juntam em torno de autos clássicos. Ocorrem em todo lugar. Vão desde o 5º Encontro de Veículos Antigos de Taió, em Santa Catarina, ao 8º Guararema Classic Cars, em São Paulo. Incluindo na conta os informais, organizados no boca a boca, devem chegar aos 200, talvez 300, por ano.

Muito desse movimento se deve a Og Pozzoli. Se os dicionários do futuro vierem com uma imagem ao lado da palavra, a dele corresponderá a “antigomobilismo”, que é o culto aos carros clássicos.

Natural do Rio de Janeiro, foi criado em Natal e se mudou para São Paulo em 1956, aos 26 anos. Em 1958, um Lincoln Continental 1948 inaugurou a coleção, que até a última contagem reunia 170 veículos. Seu acervo é considerado um dos 10 melhores do mundo graças a raridades como as duas Fiat Jardineira, uma de 1912 e outra de 1914. Esta última, única no mundo, despertou a cobiça de Gianni Agnelli (1921- 2013) quando, então presidente da Fiat, visitava o Brasil para a instalação da fabricante italiana por aqui. A fortuna oferecida pela Jardineira não convenceu Og, cujo amor pelos seus carros o impede de comercializá-los.

Na vida de antigomobilista, Og já viveu momentos importantes, como dirigir o Chrysler Imperial 1920 que conduziu o papa João Paulo II em sua primeira visita ao Brasil. Na comemoração dos 70 anos da imigração japonesa, o imperador Akihito e a imperatriz Michiko vieram para cá. Enquanto acenavam nas ruas, quem dirigia era Og. Nas quase seis décadas de antigomobilismo, colecionou inúmeros prêmios.

Um dos mais singelos reconhecimentos veio na semana passada. Rafael Barros, 4, recebeu como lição de casa entregar um “certificado” à pessoa mais corajosa que ele conhecia. Não teve dúvidas: elegeu Og, que naquele distante ano de 1956 foi de Natal a São Paulo dirigindo um Opel P4 1937, numa viagem de 17 dias. Sem freio e com um mecânico que deveria ajuda-lo, mas bebia de noite e dormia de dia.

11 dicas para comprar um carro antigo

1. Investigue a situação do carro antigo a venda

Você já deve saber que todo carro antigo a venda tem um registro de identificação, também conhecido como número do chassi. Podemos encontrá-lo marcado em peças de metal ou plaqueta de identificação, o bloco do motor também tem sua numeração que e obrigatório estar marcado no documento do carro. Carros mais antigos que não estão marcados ainda tem que fazer uma vistoria para marcação.

Sempre verifique se o número do chassi é igual ao do documento. Dessa maneira, você não correrá o risco de comprar um carro que já tenha sido alterado.

A internet é uma grande aliada para consultar a documentação de maneira simples e gratuita. Você poderá investigar a situação do carro em sites oficiais de Departamentos de Trânsito ou em sites que oferecem esse serviço.

Pergunte ao vendedor se o carro antigo foi importado e peça os documentos de importação (DI). Confirme se ele pagou o IPI cobrado na importação do automóvel.

Confira o passo-a-passo da importação de carros antigos que fizemos no nosso blog.

2. O valor do carro escolhido cabe no seu bolso?

Classic Car

O seu orçamento indicará o tipo de carro que você poderá comprar.

Se você estiver pensando em comprar um carro clássico para dirigir ou para exposição, lembre-se que é um carro antigo e que pequenos ajustes são normais.

Faça uma pesquisa e saiba se você está pronto para as despesas de manutenção de um carro antigo, algumas peças podem ser raras e salgadas.

Às vezes a quilometragem não é um motivo de grande preocupação na sua decisão, tratando-se de uma raridade, muitas vezes o carro já passou por uma restauração e a quilometragem não e mais original. Se o vendedor falar que a quilometragem e original veja se ele tem algum documento que comprove.

3. Escolha o melhor carro antigo para você

1966 Ford Mustang

Escolha um carro antigo que você tenha alguma identificação e avalie o seu tipo de uso de maneira racional, se ocasional ou regular.

Um final de semana romântico poderá acabar mal se você comprar um carro desconfortável e não confiável; excursões em família são impossíveis em carros esportivos com dois assentos; o prazer de dirigir no verão em um conversível é logo esquecido no frio ou em períodos chuvosos do ano.

Sabendo o tipo de carro que atenderá às suas necessidades, você encontrará um modelo perfeito e não o deixará juntando poeira na sua garagem.

4. Procure todas as informações necessárias do carro

Carro Antigo

Pesquise tudo que você puder sobre compra do automóvel, os preços praticados para o modelo em diferentes condições e descubra quais os pontos positivos e negativos.

Na Internet você terá uma infinidade informações sobre o carro e o mercado. Aproveite para aprofundar os seus conhecimentos e decidir se o carro é realmente para você.

Estamos falando de carros antigos e raridades. Não custa nada perguntar: o automóvel é susceptível a algum problema em particular e o preço do conserto; é fácil encontrar as peças?

Obtenha informações em clubes de proprietários ou fóruns que poderão oferecer informações valiosas. Tente conversar com os atuais donos para conseguir uma clara opinião e visite exposições de automóveis antigos clássicos.

Faça a sua lição de casa!

5. Diga não à ferrugem

Ferrugem

Uma maneira de evitar problemas é olhar para a estrutura do veículo. Busque por ferrugem e pontos podres que podem aparecer em formas de bolhas na pintura. Olhe por baixo do carro, embaixo do carpete e nas caixas de roda.

Notando algum sinal de ferrugem, reavalie a compra ou procure um carro em melhores condições. Um carro enferrujado nunca será mais o mesmo original de fábrica, pois poderá acarretar em uma restauração completa o que não e um problema desde que você saiba o que esta fazendo.

Caso não entenda do assunto, procure um especialista do modelo que você quer comprar. A inspeção evitará uma enorme dor de cabeça no futuro. 

6. Modelos raridade continuam sendo uma obra de arte no mercado de carros clássicos

Carro Raro

Verifique se aquele carro antigo tenha preservado a sua originalidade ou se as peças originais foram alteradas.  

Você sabia que para conseguir o certificado de originalidade é necessário 80% das peças originais? Caso a sua ideia for conquistar a famosa placa preta, avalie se está em condições. 

Saiba que é possível restaurar uma raridade mesmo que não tenha a maioria das peças originais com ajuda de um profissional especializado. Com paciência e dinheiro você poderá ter um bom retorno do investimento, especialmente se for um automóvel raro.

7. Inspeção mecânica e um test-drive

Motor

Considere uma inspeção mecânica feita por um mecânico certificado que dará um diagnóstico das condições do carro.

Dezenas de problemas podem estar escondidos em um simples test-drive e não serem descobertos como evidência vazamentos de fluídos, as condições do freio, o sistema de resfriamento, a parte elétrica, pneus gastos e a estrutura do carro.

O mecânico poderá estimar os custos do conserto e você utilizar como poder de barganha na negociação com o vendedor.

Faça um test-drive para sentir o carro e ter uma ideia inicial. Dirija em uma rota predeterminada que inclua subidas, solavancos, buracos para pegar algum problema de suspensão e revelar questões sobre o desempenho do motor.

8. Sua experiência no interior do veículo

Classic Car

Tenha certeza se o interior do automóvel não foi adaptado ou pelo menos está nos padrões originais de fábrica. Algumas peças do interior de um carro antigo são raras e importadas, podendo pesar no seu bolso, além da dificuldade em encontrá-las no mercado.

Conheça os hábitos do antigo dono, o tipo de uso ou no caso se for fumante poderá ter um odor desagradável e muitas vezes difícil de eliminar.

Entre no carro, experimente, veja se está confortável, observe os bancos se estão rasgados, afundados ou soltos. Examine os comandos elétricos do painel e luzes indicadoras. Água ou umidade embaixo dos carpetes indicam problemas na vedação ou furos no assoalho.

9. Desconfie se alguém pedir o pagamento antecipado

Car Dealer

Você já fez um exame minucioso do carro sem envolver dinheiro e checou a documentação para saber se há alguma pendência nos órgão de trânsito.  

Agora é aquela parte burocrática da venda que é a assinatura da Autorização para Transferência de Propriedade de Veículo (ATPV), que fica no verso do Certificado de Registro de Veículo (CRV), também conhecido como DUT, que você irá receber ao comprar o seu carro.

O vendedor só assina o CRV quando confirmar o pagamento do valor acordado na negociação. Só assim ele irá preencher todos os dados, reconhecer a firma em cartório e entregar o documento para você. É sua responsabilidade transferir a posse do veículo.

Você também pode fazer este processo burocrático com um especialista neste assunto.

10. Examine o carro com calma e evite locais com pouca iluminação

Inspeção Carro Antigo a Venda

Não tenha pressa em examinar o carro, cada carro antigo é um clássico e é único.

Em dias chuvosos é difícil enxergar algumas avarias no veículo e provavelmente, você não terá tempo suficiente para perceber todos os detalhes. Evite olhar o carro a noite ou em locais escuros, prefira dias claros. Leve alguma pessoa de confiança com você que poderá ajudá-lo na vistoria.

Dessa forma, você evitará surpresas no futuro e terá mais confiança na sua decisão.

11. Leve um profissional que entenda do assunto

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Dependendo da particularidade do seu clássico, você precisará contratar especialista que conheça o modelo que você quer comprar. Caso não seja um profissional certificado, você correrá um alto risco de perder dinheiro e tempo por alguém que não conhece o que está fazendo.

Tenha consciência de que nada é perfeito e que pequenos defeitos são comuns. Lembre-se, você está comprando um carro antigo, aquela relíquia dos seus sonhos. Use eventuais problemas como poder de barganha na hora de negociar o preço.

Pronto para realizar o seu sonho?

Agora que você conhece nossas dicas para comprar um carro antigo está na hora colocá-las em prática. Certamente, com estas informações você minimizará as chances de fazer um mal negócio e irá comprar o carro antigo do seu sonho com muito mais confiança.

Aproveite e entre em contato com nossos especialistas que estão prontos para oferecer a melhor solução na compra de um carro antigo.

Alfa Romeo 1900 “Matta” de 1952

Já sabem da nossa panca por off-roads. É difícil encontrar um que não gostemos de todo. Mas também não é qualquer um que nos enche as medidas. Este menino aqui é um Alfa Romeo 1900 “Matta”, de 1952, também conhecido por AR52 (atenção que AR não significa Alfa Romeo, mas sim “Autovettura da Ricognizione”, isto é, “Veículo de Reconhecimento”).

Alfa Romeo 1900 Matta

Trata-se de um veículo com dupla inspiração: a estética dos Willys (usados pelos norte-americanos na 2ª Guerra Mundial) e o coração dos Land Rover, composto por um motor twin cam de 1900cc, com 65 cavalos. Foram produzidos 2050 exemplares, entre 1952 e 1954, dos quais apenas 50 se destinaram a uso civil. Todos os restantes foram para as mãos do exército italiano. Com uns escassos 1250kg, tem suspensão independente, eixo traseiro rígido e travões de tambor nas quatro rodas.

Está neste momento a ser leiloado aqui.

Alfa Romeo 1900 Matta

Alfa Romeo 1900 Matta

Alfa Romeo 1900 Matta

Empresário Compra Mustang 1966 Impecável

A maturidade trouxe conquistas importantes para o empresário José Fernando Christofanelli. Uma delas é o belo exemplar da primeira geração do Ford Mustang, modelo com que ele sonhou durante a juventude, e que finalmente está em sua garagem. “Eu trabalhava como office-boy na década de 70 e babava quando via um deles passando, achava lindo”, conta.

Antes deste exemplar, feito em 1966, ele chegou a ter outro de 1995, com o qual ficou por cinco anos, e um Shelby conversível, que importou novo em 2011. Em abril deste ano, Christofanelli encontrou o cupê das fotos desta página em um evento de antigos no Anhembi, e se rendeu. “Foi amor à primeira vista. Ele estava em perfeito estado, nem tive de restaurá-lo.”

O empresário estufa o peito quando vai contar a história de seu modelo predileto. “A Ford percebeu que o norte-americano era apaixonado por motores V8, mas os modelos disponíveis à época, como o Cadillac, eram muito caros. O Mustang surgiu como uma opção acessível para a classe média”, ele diz. “São 50 anos de produção ininterrupta. Passei toda a minha vida vendo esse carro ser fabricado. Ele tem muito glamour, muita história”, afirma.

Ford Mustang 1966

Da versão Standard, o Ford de Christofanelli saiu da fábrica sem ar-condicionado e direção hidráulica, que eram opcionais. “Estou importando os kits originais e vou dar uma melhorada nele”, conta.

Ford Mustang 1966

Movido por um V8 de 4,7 litros, o cupê arranca elogios do dono. “Ele anda muito bem na estrada, tem ótimo desempenho e estabilidade.”

Ford Mustang 1966

Aficionado O modelo acompanha Christofanelli nos encontros e passeios promovidos pelo Clube do Mustang, do qual ele é presidente. “Nosso objetivo não é ter carros de vitrine. Se o antigo fica muito tempo parado, surgem problemas na parte elétrica e na carburação e você perde a confiança, acha que ele não vai aguentar uma viagem.”

Ford Mustang 1966

A paixão pelo Ford inclui até atividades no exterior. “Já fomos seis vezes aos EUA para cair na estrada dirigindo versões conversíveis do Mustang. Neste ano, viajamos de Atlanta até Charlotte, onde participamos do evento que celebrou os 50 anos do modelo. Em 2015, vamos para Las Vegas.”

Ford Mustang 1966

O cupê de 1966 provoca mais reações positivas na rua que o conversível de 2011, segundo o empresário. “A bordo do Shelby moderno, as pessoas acham que você é metido. Já com o antigo elas se sentem encorajadas a interagir.”

Ford Mustang 1966

Outra vantagem do carro de coleção em relação ao novo, segundo seu dono, é financeira. “O Shelby teve uma enorme depreciação – foram R$ 50 mil só no primeiro ano. Isso sem falar no IPVA de R$ 9 mil. Já o antigo se valoriza com o passar do tempo e não tem imposto”, compara. “O antigo é ótimo como um segundo carro, por hobby. E você não perde dinheiro.”

O Colecionador que Já Acumula 27 Caminhões e Vai Para o Trabalho com Eles!

Dizem que uma das razões para o sucesso urbano dos SUVs é a posição mais alta de dirigir. Pode ser. Mas certamente isso não está entre as justificativas para um empresário paulistano adotar o caminhão como seu meio de transporte preferido. Na contramão da tendência do downsizing e dos compactos e econômicos carros urbanos, o programador Osvaldo Tadeu Strada, 58 anos, não abre mão de ir trabalhar ao volante de um de seus 27 caminhões, 22 deles da marca FNM, o primeiro fabricado no Brasil.
Produzidos durante 35 anos – a partir da década de 50 – pela Fábrica Nacional de Motores, os FNM eram equipados com motores Alfa Romeo e tornaram-se populares em nossas estradas, conquistando a fidelidade de muitos caminhoneiros. Entre eles, o pai de Osvaldo, que o influenciou na paixão pela marca e pelo mundo dos pesados. “Meu pai ensinou todos em casa a dirigir FNM: minha mãe, as três irmãs e eu.”

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Estribo elevado e porta suicida: sinais do tempo | Crédito: Daniel Spalatto

O colecionador já chegou a atravessar a cidade de São Paulo todos os dias de caminhão, já que mora na Serra da Cantareira (zona norte) e tem escritório na Chácara Santo Antônio (zona sul). “Atualmente, vou uma vez por semana de caminhão, devido à restrição de circulação”, diz Strada. “Sem dúvida, me acham um maluco, mas é uma verdadeira satisfação.”

Brinquedo grande

A coleção começou em 2000, com um caminhão baú, mas só no ano seguinte realizou o sonho de adquirir um FNM, que por coincidência encontrou na rua onde morava, na Vila Maria, zona norte. “Como estava muito deteriorado, paguei apenas 5 000 reais, mas nunca fiquei tão feliz com uma aquisição. Tratava-se de um D 11 Standart 1965 prata”, diz Strada, que já começou a circular pela cidade com o “novo” brinquedo.

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No painel, os instrumentos e a reduzida: são 4 marchas | Crédito: Daniel Spalatto

No mesmo ano, ao sair para trocar sua Hilux antiga por uma zero-quilômetro, resolveu comprar um cavalo mecânico da Volvo na concessionária em frente. “E para explicar para minha esposa que tinha trocado o carro por um caminhão”, diz Strada, que passou a usar o veículo como carro de passeio.

Ele achava que era o único que colecionava caminhões, até que soube de um evento chamado Alfa Day, que reunia os aficionados por Alfa Romeo. “Fui com o FNM prata, o único na época, no encontro realizado em 2004 na cidade de Avaré e fiquei satisfeito ao encontrar outros admiradores de FNM.”

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No acervo, as várias gerações FNM reunidas | Crédito: Daniel Spalatto

A partir daí, começou a comprar um atrás do outro. Em 2006 sua coleção já somava 15 caminhões e ele teve de arrumar um jeito para guardá-los. Como tinha uma chácara em Pilar do Sul, interior de São Paulo, decidiu construir um galpão de 1.600 metros quadrados. No mesmo ano, contratou um funileiro apenas para restaurar os caminhões e decidiu investir na formação do caseiro da chácara para que pudesse cuidar de seu acervo de maneira mais criteriosa. “Atualmente, financio uma faculdade de engenharia para que ele possa aperfeiçoar os sistemas mecânicos dos FNM.”

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Ex-caseiro e quase engenheiro Beto: formação para cuidar da mecânica | Crédito: Daniel Spalatto

Como viaja bastante com os caminhões, aprimora os motores sem ficar preso a purismos. “Altero a compressão e atualizo os componentes”, afirma Strada, que divide sua coleção em dois segmentos: os caminhões para exposição, aqueles que mantêm a mecânica original, e os para circular regularmente.

Em sua chácara há uma verdadeira linha de montagem, com direito a áreas de funilaria, pintura e mecânica, além de estoque suficiente para montar dez caminhões FNM. “O caminhão é reconstruído”, diz Strada, que também se preocupa com o acabamento, instalando revestimento de couro nos estofamentos, nos painéis de instrumentos e nas maçanetas originais. Cada restauração leva um ano e meio para ser concluída.

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O restaurador Mendonça termina a cabine: lataria refeita “no martelo” | Crédito: Daniel Spalatto

O galpão conta ainda com um mezanino com seis suítes para hospedar os amigos que chegam de FNM. Segundo Strada, a grande satisfação de ter entrado nesse ramo foram as amizades verdadeiras que conquistou e por isso quer sempre cultivá-las.

Em 2007 resolveu lançar o site AlfaFNM, para resgatar a história da marca. “A intenção é mostrar para as novas gerações a importância da fábrica na história do nosso transporte. O portal já recebe 700 000 visitas por ano.”

FNM

A Fábrica Nacional de Motores (FNM) foi inaugurada em 1942 na cidade de Duque de Caxias (RJ). Até 1948 ela produziu, principalmente, motores aeronáuticos. Em 1950 a FNM foi vendida para Alfa Romeo. Em 1952 lançou o FNM D-9500, que foi bem aceito graças a sua robustez. Em 1972, apresentou o FNM 180 e 210. Em 1976 a Fiat comprou a marca e encerrou a produção em 1979, passando a fabricar o Fiat 190.

Dicas para Fotografar Carros Adequadamente

Fotografar carros pode ser muito interessante. É como ciência. Toda vez que você vai fotografar um automóvel, você vai aprender algo novo. Por isso, vamos compartilhar algumas dicas para você começar a fazer isso, como hobby ou não, e para ajudar você a entender esse interessante nicho do mundo da fotografia.

Fotografe na Hora Certa do Dia

Esse é, de longe, um dos erros mais comuns na hora de fotografar carros. O melhor horário para fotografar carros é alguns minutos depois do pôr-do-sol, ou alguns minutos antes do nascer do sol. Use um tripé e consiga aquele perfeito toque de luz suave na tinta do automóvel.

Evite os Reflexos

Você precisa ter muito cuidado com o que vai aparecer no reflexo do seu carro. Dê uma olhada em volta e próximo ao carro para ver o que está sendo refletido na superfície do automóvel. Um carro (especialmente os novos e brilhantes) é como um espelho. Tente fotografá-lo com um espaço aberto atrás de você, como um campo. Tente evitar fotografar em ambientes com muitos prédios, ou árvores atrás de você. Uma das coisas mais importantes para mostrar em uma fotografia de carro são o design e as linhas do automóvel e os reflexos podem estragar isso.
É preciso ter cuidado também para que seu próprio reflexo não saia na foto. Se você não conseguir evitar isso, é melhor colocar a câmera digital em um tripé, acionar o timer e sair do campo de visão da lente.

Fotografar Carros em Movimento

Uma maneira muito fácil de conseguir uma imagem bacana é fotografar um carro dentro de outro carro em movimento (mas tenha cuidado ao fazer isso). Dispare a câmera em direção a outro carro enquanto estiver a 60 km/h com uma velocidade do obturador em 1/100 por segundo.
Ao fazer isso, você vai conseguir um movimento interessante da estrada e das rodas. Você pode até diminuir um pouco a velocidade do obturador, mas isso vai aumentar as suas chances de ficar com uma foto borrada.

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A Cor do Carro

Todos os tipos de tinta reagem de maneira diferente, em diferentes horas do dia, com uma luz diferente. Muitas cores odeiam a luz do sol direta, mas outras cores funcionam muito bem com a iluminação incidida diretamente nelas. Sendo assim, o ideal é que você teste diferentes iluminações, com diferentes intensidades e ângulos e veja qual é o melhor para o seu objeto.

Plano de Fundo

Esteja certo de que seu plano de fundo combine com seu carro e com o tema da fotografia. Evite objetos no plano de fundo que possam distrair o olhar do espectador. Esses objetos podem ser latas de lixo, cabos de energia e outros veículos… Todos eles podem acabar com a sua fotografia e com o destaque do seu objeto principal.

Panning para Motion Blur

Uma maneira interessante de dar movimento para sua fotografia de carro e ficar parado em frente a uma rodovia e deixar os carros passarem por você para fazer o panning. Siga o carro com a sua lente em uma ação suave e ajuste a velocidade do obturador a 125/segundo. Você ficará maravilhado de como é fácil fazer isso.

Deixe o Carro Interagir com a Natureza

Outra maneira de fazer com que o automóvel fale com quem for ver a imagem e deixá-lo interagir com a natureza na hora de fotografar carros. Exemplos disso podem ser um carro levantando poeira ou água, um 4×4 passando por um obstáculo, entre outros…

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Fotografando à Noite

Pode parecer difícil, mas você ficaria surpreso em saber como é fácil fazer isso e como o resultado fica incrível. O maior segredo aqui é encontrar um ponto onde está completamente escuro. Qualquer luz da rua, ou até uma lua cheia pode atrapalhar.
Quando você encontrar esse local, coloque a câmera em um tripé. Ajuste o ISO a 100, a velocidade do obturador em 30 segundos e a abertura em f/9.
Quando o obturador abrir, ligue uma fonte de luz forte e comece a andar em volta do carro “pintando-o” com a luz. Uma lanterna comum pode dar conta disso.
Não há regras aqui. Pinte o carro da maneira que quiser para dar efeitos diversos. Você vai ficar de boca aberta com os resultados. Confira:

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Publicado Originalmente por blog.emania.com.br

A Extreme Makeover do BMW 507 DE Elvis Presley

Há exactamente dois anos, falamos aqui deste mesmo BMW 507 por ocasião de uma exposição em Munique. Na época, dissemos que o carro seria restaurado assim que a exposição terminasse. Pois bem, chegou a hora de vermos o resultado final dessa transformação!

Originalmente conduzido pelo ex-piloto alemão Hans Stuck, o 507 chegou às mãos de Elvis Presley no dia 20 de dezembro de 1958, em Frankfurt. Elvis pagou 3.750 dólares pelo roadster da BMW – uma pechincha nos dias que correm, especialmente se tivermos em conta que só foram fabricados 252 exemplares. Na altura, o Rei do Rock estava destacado na Alemanha, ao serviço das forças armadas norte-americanas.

BMW 507 Elvis Presley

BMW 507 Elvis Presley

Em 1960, Elvis regressa aos EUA, mas sem o seu 507, que ficou desaparecido até 1962, altura em que foi comprado por Tommy Charles, em Nova Iorque. Seis anos mais tarde, o carro conheceu o seu último dono: Jack Castor. Durante décadas, esteve trancado no celeiro de Jack, na Califórnia. Só em 2014, o 507 foi resgatado e levado para casa (Munique) pela própria BMW. Depois de estar durante um período em exposição, foi direitinho para a oficina dos tipos da BMW Group Classic, que tiveram de construir propositadamente vários componentes do zero, como o painel de instrumentos, o eixo traseiro, a caixa de velocidades e o próprio bloco V8 de 3,2 litros.

BMW 507 Elvis Presley

Não é segredo para ninguém o sucesso que Elvis Presley fazia entre as senhoras. O que muita gente, provavelmente, não sabe é que a loucura era tanta que chegou a ‘obrigar’ Elvis a mudar a pintura do seu carro. Originalmente branco, o 507 foi pintado de vermelho para esconder as mensagens escritas a batom pelas fãs, e manteve essa cor até aos dias de hoje. Depois do restauro, voltou à sua cor original.

BMW 507 Elvis Presley

BMW 507 Elvis Presley

BMW 507 Elvis Presley

BMW 507 Elvis Presley

BMW 507 Elvis Presley

BMW 507 Elvis Presley

BMW 507 Elvis Presley

Já com a nova cara, o 507 irá estar em exposição pela primeira vez no dia 21 de agosto, no âmbito do Pebble Beach Concours d’Elegance, evento que reúne todos os anos alguns dos mais belos clássicos de sempre.

BMW 507 Descapotável – O Carro que Quase Levou a BMW á Falência

Nem todos os carros têm histórias felizes. Este BMW 507 descapotável é a prova disso mesmo. Mas, como é óbvio, não é isso que vai fazer com que o achemos menos tentador. Com um total de 252 exemplares, a produção dos 507 durou apenas três anos, de 1966 a 1969. Porquê?, perguntam vocês. Este carro podia muito bem ter significado o fim da BMW.

BMW 507

Com elevados custos de produção, o preço de venda foi ridiculamente inflacionado, traduzindo-se em perdas enormes para a marca alemã. No total, o prejuízo foi de 15 milhões de marcos, qualquer coisa como 7 milhões de euros. Inicialmente construído com partes “emprestadas” do 502 e do 503, incluindo o próprio motor V8 de 3.2L, o 507 foi incapaz de fazer peito ao Mercedes-Benz 300SL. Se não fosse o sucesso dos modelos mais baratos, hoje podíamos nem conhecer a BMW. Felizmente, a história foi outra e, apesar do enorme insucesso, Elvis Presley chegou a ter um destes.

BMW 507

Quanto a este modelo em particular, passou apenas pelas mãos de quatro donos, um dos quais durante 50 anos. O interior e o motor são totalmente originais e, surpreendentemente, só tem 72 mil quilómetros feitos. Com uma licitação inicial acima dos 2 milhões de euros, o leilão está a decorrer aqui.

BMW 507

Veja Como Tirar a Placa Preta de um Carro Antigo

Para muitos proprietários de carros com mais de 30 anos de fabricação, possuir a placa preta virou sonho de consumo. Ela dá ao veículo o cobiçado selo de “coleção” e valoriza o bem.

Mas entre o sonho e a realidade há obstáculos nem sempre fáceis de superar. A Resolução 56 do Contran, que criou a placa preta em maio de 1998, diz no inciso II do Artigo 1º que o veículo deve “conservar suas características originais de fabricação”, e o rigor na verificação desses itens varia de clube para clube.

A reportagem do Jornal do Carro acompanhou inspeções feitas pelo Fusca Clube do Brasil, fundado há 29 anos e um dos mais rigorosos do País na concessão da placa preta. Para se habilitar à vistoria, o proprietário tem de se tornar sócio do clube (R$ 70,00 o trimestre), além de pagar taxa de R$ 120,00 pelo serviço. A inspeção demora em média 40 minutos. Se aprovado, o automóvel ganha na hora o selo. Pelo Correio, o proprietário recebe o Certificado de Originalidade. Esse documento é entregue ao Detran, que providenciará a alteração da categoria ao automóvel, de “passageiro” (PAS/Automóvel) para “coleção” (COL/Automóvel). Uma nova placa, na cor preta, é emitida.

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A vistoria. Munido de um formulário, o vistoriador verifica itens de “mecânica”, “parte elétrica”, “parte externa do veículo” e “interior do veículo”, todos com diversos subitens. A cada um desses subitens são atribuídos pontos, de zero a cinco. Para ser aprovado, o carro tem de somar no mínimo 80 pontos, em 100 possíveis. “O ideal é que o carro esteja o mais próximo possível da originalidade”, afirma o perito Dilson Porta, do Fusca Clube do Brasil. “Por isso a gente acaba fazendo o advogado do diabo: só falamos o que está errado no carro, mesmo ele estando aparentemente bonito.”

E, por originalidade, entenda-se peças originais, e não apenas no padrão original. O arquiteto Érico Pereira de Lima levou para a vistoria seu bem cuidado Fusca 1963 azul Real, com motor 1.200, sistema elétrico de 6 volts, recém-reformado e com impecável interior branco. Para o observador leigo, um carro perfeito. Mas o “advogado do diabo” encontrou diversos itens fora do padrão.

A lista é extensa: tampa de motor não original, galões e borrachas do estribo de cores diferentes do ano de fabricação do veículo, estofamento, laterais e revestimento de teto fora do padrão, pintura de rodas e dos suportes dos para-choques na tonalidade errada, lentes de lanterna de marca não reconhecida, frisos e adornos externos amassados, pomo da alavanca de câmbio e tapetes de outros modelos… Até a falta de um par de rebites na moldura do vidro basculante traseiro esquerdo foi notada.

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Todas as “irregularidades” são relacionadas pelo vistoriador, fotografadas e comunicadas oficialmente ao proprietário que, se não desistir da empreitada, tem 90 dias para corrigir os itens e voltar para uma segunda vistoria, sem ter de pagar novamente a taxa. Lima anotou tudo o que precisava mudar em seu Fusca mostrou-se disposto a voltar para nova tentativa.

Melhor sorte teve o lotérico Paulo César Licio. Impecável, seu Fusca 1.300L 1977 bege Alabastro, com 62.119 km registrados no hodômetro, foi aprovado com 93 pontos, um índice considerado excelente. Com interior totalmente preservado, pintura original reluzente, cromados intactos e rodas com data de fabricação gravada, ele só não atingiu a nota máxima porque as lentes das lanternas não eram originais (apesar de estarem no padrão de fábrica) e a manivela de vidro da porta do passageiro ter sido trocada. “É difícil ver um carro em tão boas condições. Dou meus parabéns”, disse o vistoriador Aluizio Lemos, um dos maiores conhecedores de Fuscas do País. “Vou providenciar essas peças, quero chegar nos 100 pontos”, disse Licio, que comprou o carro de um mecânico, por R$ 15 mil. “Tenho o carro há três meses, mas para mim são 10 anos, porque esse foi o tempo que passei tentando convencer o dono anterior a vendê-lo”, brincou.

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Itens verificados na vistoria da placa preta

Equipamentos obrigatórios: limpador de para-brisa, freio de estacionamento, roda sobressalente, macaco e chave de roda, extintor de incêndio, triângulo de segurança, funcionamento de luzes (faróis, faroletes de ré, de placas, setas, quando pertinentes)

1. Mecânica (34 pontos)

Motor

  • Bloco de motor / coletores: (0 ou 5)*
  • Latarias: (5)
  • Carburador / filtro de ar: (3)
  • Distribuidor / cabos de velas: (0 ou 3)*

Transmissão

  • Caixa de câmbio/diferencial: (0 ou 2)*

Suspensão

  • Amortecedores / elementos essenciais: (0 ou 2) *
  • Rodas: (5)
  • Pneumáticos: (4)
  • Freios: (5)

2. Parte elétrica (11 pontos)

  • Voltagem: (0 ou 4)*
  • Instalação elétrica (correção e aspecto): (0 ou 2)*
  • Dínamo / alternador: (3)
  • Bobina / magneto: (0 ou 2)

3. Parte externa do veículo (33 pontos)

  • Carroceria: (5)
  • Pintura: (8)
  • Cromados, frisos e adornos: (5)
  • Para-choques: (5)
  • Calotas: (3)
  • Faróis e lanternas: (0 ou 5)
  • Vidros: (0 ou 2)

4. Interior do veículo (22 pontos)

  • Painel: (6)
  • Estofamento: (4)
  • Laterais de porta / forração de chão: (3)
  • Forração de teto: (2)
  • Volante: (3)
  • Tapetes: (0 ou 2)*
  • Maçanetas: (0 ou 2)*

* Não há pontuação intermediária. Ou é nota máxima, ou zero.

BMW R45 – The Roca Project By Unik Edition

Rapazes, façam o seguinte exercício. Antes de lerem os parágrafos que se seguem, vejam todas as fotografias abaixo. Observem tudo com atenção. Já está? Parece obra de alguém que já anda nisto há muitos anos, não é? Só que não. O Tiago Gonçalves e o Luís Gonçalves (apesar dos apelidos iguais, são só amigos) acabam de se lançar no mundo da customização, com a Unik Edition. Totalmente desenhada e construída em Portugal, esta BMW surgiu de um passeio dos dois ao Cabo da Roca. A estética tradicionalmente mais sisuda das BMW desapareceu, dando lugar a curvas elegantes.

BMW R45

Tendo como base uma airhead R45, o objectivo era criar uma moto com dois lugares. A parte que mais dá nas vistas é, sem qualquer dúvida, a forqueta girder, construída de raiz, que define uma nova estética, mais vigorosa e intimidante. Como devem facilmente perceber, o farol LED foi colocado numa zona lateral e não frontal, para evitar parecenças com uma chopper. No guarda-lamas traseiro, adaptado de uma Honda CB 250, foi instalada uma faixa LED, praticamente escondida, para as luzes indicadoras de mudança de direcção e de travagem. Os puristas das BMW clássicas vão, com certeza, reparar que os pisa pés foram posicionados mais atrás que o habitual.

BMW R45

Sofisticação é coisa que não falta, especialmente graças ao esquema de cores em preto e roxo, com acentuações cromadas, mas também pelo assento em couro com detalhes impressionantes. Sem dúvida, uma das customizações mais surpreendentes que têm passado aqui pelo BR. Não concordam?

Fotos: Bernardo Lúcio (http://www.bernardolucio.pt/)

BMW R45

BMW R45

BMW R45

BMW R45

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BMW R45

Land Rover Series III de 1979, By Coolnvintage

O Land Rover Series III até pode ser um carro mais vulgar do que o seu antecessor, mas este exemplar de 1979, totalmente restaurado pelos especialistas da CoolnVintage, é um autêntico mimo. Tudo o que diga respeito a verbos como “aventurar” e “explorar” não nos passa ao lado. E, na verdade, esses são os verbos que melhor caracterizam este série III.

A começar por nos remeter imediatamente para um safari em pleno deserto, graças à pintura em tons de areia, a contrastar com as rodas em calcário e os assentos em vinil preto. Vem com um motor de 2285cc a Diesel, operado pelo lendário sistema de four-wheel drive (4×4) da Rover. Destaque ainda para os três bancos de trás dobráveis e para os dois pneus sobresselentes, caso a aventura não corra como programado. Chapa portuguesa!

Vejam como agarrá-lo aqui.

Land Rover III

Land Rover III

Land Rover III

Land Rover III

Brasileiro Mantém Incrível Coleção de Carros Antigos Exposta ao Tempo

Os parceiros do blog AutoClássicos, encontraram uma incrível “coleção” de veículos antigos. Digo “coleção” porque é o que o dono acha que é este monte de carros que estão se acabando no tempo.

Trata-se de dezenas de carros abandonados que o dono diz que irá restaurar. Aliás só foi possível o acesso aos carros porque o filho do “colecionador” permitiu, já que o dono dos carros não estava.

O proprietário tem tanto amor pelos veículos que já teve gente que saiu de lá debaixo de tiros de espingarda.

O acervo existe há anos, pena que os carros estão cada vez mais deteriorados, talvez nem possam mais serem salvos. Confira as imagens abaixo: (Fotos: AutoClássicos)

Coleção Abandonada

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Coleção Abandonada

Coleção Abandonada

Coleção Abandonada

Coleção Abandonada

Oficina personaliza motos Cafe Racer

As motos de estilo Cafe Racer estão na moda no Brasil. Em sintonia com essa tendência, a Bendita Macchina, no bairro do Ipiranga, na zona sul, prepara há um ano os chamados modelos CR. Os modelos são feitos pela oficina, principalmente, a partir de motocicletas de baixa cilindrada de Honda e Yamaha.

As bases preferidas são a CG 125, de anos variados, e a XT 225, geralmente de 1998. Com programação de entregar uma moto por mês desde que começou a funcionar, no dia 1º de setembro de 2013, a Bendita Macchina agora promete expandir a capacidade: fará quatro unidades a cada 30 dias. “A gente quer imprimir arte sobre rodas, fazer coisas diferentes, mas que se enquadrem no nosso estilo. Essa é a graça do negócio”, afirma um dos sócios, Rodrigo Marcondes.

Criadas por volta da década de 60, na Inglaterra, as motos Cafe Racer eram modificadas por jovens aspirantes a piloto que travavam pegas entre um café e outro. Cheias de estilo, eram personalizadas e tinham guidom baixo e curto, além de pedaleira recuada, para proporcionar uma posição de pilotagem mais esportiva.

https://www.youtube.com/watch?v=0FbsSdvWOGc&feature=youtu.be

Nos modelo da Bendita Macchina, em especial nas CG, o estilo é mais livre, para não prejudicar a condução. “São motos cujo foco é desfilar em trajetos curtos”, diz Marcondes.

Aceleramos duas motos da marca, a CG Errejota e a XT Jeremias. Com chassis e motores preservados, elas mantêm a docilidade impregnada pela engenharia japonesa em seus projetos originais. Mas o estilo diferenciado (nenhuma moto sai igual da oficina) chama atenção. Há esmero nos detalhes, como o nome da marca gravado nas manoplas e o assento costurado à mão. As motos têm um ano de garantia e a primeira revisão é grátis. Como cada modelo é personalizado de acordo com o gosto do freguês, não há tabela ou preço sugerido.

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Porsche 935 de Paul Newman Vai a Leilão

Porsche Paul Newman Não é todos os dias que vai a leilão um carro conduzido pelo maior dos galãs dos anos 60. O 935 é um dos carros mais míticos da história da Porsche, com mais de 150 vitórias só no ano de 1984. Este que hoje vos trazemos, com o nº de chassi 009 00030, conquistou um precioso segundo lugar nas 24 Horas de Le Mans, em 1979, com o senhor Paul Newman ao volante. É que, para além do cinema, nas veias de Newman corria o sangue da velocidade. Sabiam desta?

Porsche Paul Newman

Foi ao lado dos co-pilotos Dick Barbour (dono da equipa) e Rold Stommelen que Paul Newman subiu ao pódio de Le Mans, a 10 de junho de 1979. O mesmo 935 foi vencedor nas 24 Horas de Daytona, em 1981, com Bobby Rahal, Brian Redman e Bob Garretson, e nas 12 Horas de Sebring, em 1983, com Wayne Baker, Jim Mullen e Kees Nierop. Em 2006, o perito da Porsche Paul Willison restaurou-o e deixou-o com a mesma pintura que tinha quando Newman o conduziu.

Este 935 ficou também para a história como o único iCar. Na época de 1980, a Apple foi um dos patrocinadores do carro, ainda com o logo da maçã arco-íris. Foi a primeira e a última vez que a marca fez tal coisa.

Porsche Paul Newman

O leilão está a decorrer na Gooding & Company. Não é certo, mas os valores devem rondar os 4/5 milhões de euros. Outra coisa não seria de esperar…

Porsche Paul Newman

Porsche Paul Newman

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Porsche Paul Newman

Fotos: Mathieu Heurtault – Gooding & Co. – DPPI

Video|The Ferrari 275 GTB – Petrolicious

“Quando se trata de carros que gostamos, acho que toda a gente quer ter aquele que cobiçava quando era miúdo”, diz Skip Barber.

Ainda que ao longo dos anos venhamos a conhecer outros que na realidade sejam ainda mais especiais, para mim esta é uma grande verdade. No meu caso é o 300Sl conhecido como asas de gaivota.

Vejam este vídeo que é mais um registo brilhante da Petrolicious.

BMW 2002 Hommage: Um Tributo ao Eterno 2002 Turbo

Qualquer pessoa que se interesse minimamente por carros sabe quem é o BMW 2002 Turbo. De qualquer das formas, para aqueles que não sabem, foi “só” o primeiro carro, produzido na Europa, a ter um turbocompressor. A comemorar 50 anos, a BMW decidiu homenageá-lo com a criação de um protótipo de design – o 2002 Hommage. O 2002 Turbo é descrito pela própria BMW como o state-of-art do design desportivo dos anos 50 e 60.

Este novo concept foi uma das surpresas da marca alemã no Concorso d’Eleganza Villa D’Este deste ano. Inspirado no também famoso M2, o 2002 Hommage foi rebaixado (e muito!) e vem com spoilers dianteiros e traseiros maiores, para além de uma série de entradas de ar, que foram acrescentadas para melhorar o fluxo de ar e maximizar a downforce do carro. Olhem só para aquele nariz-tubarão, meus caros! O friso cromado na linha de cintura do modelo original é ‘copiado’ pelo Hommage, que apresenta uma faixa de fibra de carbono. Só é pena não passar de um concept…

BMW 2002 Hommage

BMW 2002 Hommage

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BMW 2002 Hommage

BMW 2002 Hommage

BMW 2002 Hommage

 

Mercedes Benz G550 4×4 – O Off-Road Imparável

Conseguem imaginar a nossa reacção quando vimos este carro?  Isto é ainda mais incrível que o G63 AMG 6×6 – e olhem que não é nada fácil, porque estamos a falar de um 6×6 (!). O Mercedes-Benz G550 4×4² é, muito provavelmente, um dos SUV’s mais vaidosos de sempre. E tem razões para isso, não acham?

Equipado com um V8 4.0 twin-turbo de 416 cavalos (o mesmo que o do AMG GT-S e do C63), não há obstáculo que resista a um monstro destes. Andar dentro de água também não é problema (até mais de um metro). É que a carroçaria fica “só” a cerca de 45 cm do chão. Quase cabem três ou quatro pessoas ali deitadas em cima umas das outras. E este verde neon? Não há como não gostar. Deve ver-se a quilómetros de distância.

O G550 4×4² deve começar a ser comercializado nos EUA em 2017, a um preço de aproximadamente €222.000.

Mercedes Benz G550 4x4

Mercedes Benz G550 4x4

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Mercedes Benz G550 4x4

Mercedes Benz G550 4x4

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Lincoln K 1936 leva prêmio maior em Araxá

Lincoln K Coupe Le Baron V12 recebeu o troféu Roberto Lee, o mais importante do encontro de antigos mineiro

O 22º Encontro Nacional de Automóveis Antigos, ou Brazil Classic Show 2016, terminou hoje em Araxá (MG) com a entrega de prêmios às relíquias que mais se destacaram na mostra. A consagração maior é o Troféu Roberto Lee, que premia o automóvel mais representativo de todo o evento. E o antigo que se sagrou glorioso foi o Lincoln K Coupe Le Baron V12 1936, de propriedade de Rubio Fernal.

Em sua primeira exposição ao grande público, o Lincoln, exemplar único em território brasileiro, teve de enfrentar pesos-pesados como os também favoritos Packard Saoutchik 1931 e Rolls-Royce Phantom V PV de 1967 – apenas alguns exemplos que expressam o altíssimo quilate do evento mineiro.

Lincoln K 1936

A Lincoln, divisão de topo da Ford nos Estados Unidos, produziu o modelo K entre 1930 e 1940. Os motores V12 de 6,3 litros foram incorporados à linha a partir de 1933. O modelo saiu de cena gradativamente na medida em que os sucessores Zephyr e Continental passaram a conquistar a preferência dos consumidores de luxo da marca.

 

Próxima edição do Rally 1000 Milhas Históricas Brasileiras será um Raid

Jaguar XK 120 participa das Mil Milhas Histórias Brasileiras

O Raid 1000 Milhas Históricas Brasileiras Tour largará na manhã do dia 25 de maio do Shopping Iguatemi, na capital de São Paulo, com retorno no domingo (29/5). Na ida os participantes terão paradas previstas no percurso a cada 150 Km, aproximadamente, e visitarão o Museu Casa de Portinari, na cidade de Brodowski (SP), berço do grande pintor Candido Portinari.

Em Araxá, os inscritos terão lugar reservado na área de exposição para deixarem seus veículos históricos, receberão brindes e ainda concorrerão a premiação dos três melhores carros do Raid.

Um caminhão-plataforma de apoio acompanhará todo o percurso de ida e volta do Raid 1000 Milhas Históricas Brasileiras Tour, aumentando a segurança e tranquilidade de todos os participantes. Dependendo do número de inscritos, uma van também acompanhará o roteiro para o transporte de bagagem.

As reservas de vaga para participação no Raid 1000 Milhas Históricas Brasileiras Tour podem ser feitas diretamente na secretaria da sede do MG Club do Brasil (Rua Camilo, 803 – Lapa -SP/SP), com Solange Gomes, de 3ª a 6ª feira das 14h às 18h, e no sábado as 9h às 14h. Ou pelos telefones (11) 3673-5065 e (11) 3675-7489 emails secretariamg@terra.com.br emgcbr@mgcbr.com.br.

O custo de inscrição no Raid 1000 Milhas Históricas Brasileiras Tour é de R$ 550,00. Será entregue o livro de bordo, adesivos e brindes. A inscrição no evento Brasil Classic Show 2016 e a reserva de hotel deverão ser feitas diretamente com a organização desse evento.

1967 Mercedes-Benz 230 SL Pagoda um clássico conversível

A linhagem SL da Mercedes-Benz sempre rendeu carros icônicos. A legião de clássicos, que tem como principal expoente o 300 SL, apelidado de Asa de Gaivota devido ao formato de abertura das suas portas, contempla o 230 SL da geração W 113. Famoso nos anos 1960, esse conversível compacto também ganhou um apelido: Pagoda. O nome faz referência ao formato de templos orientais e se refere diretamente ao desenho do teto removível do carro.

1967 Mercedes-Benz 230 SL - Pagoda

A primeira aparição do carro aconteceu no Salão de Genebra de 1963, sendo comercializado meses depois. Além do desenho marcante, se destacava por ter sido projetado com ênfase na segurança dos ocupantes. Foi o primeiro carro esportivo a ter essa preocupação. Mesmo assim, o modelo só foi receber cintos de segurança em 1966.

1967 Mercedes-Benz 230 SL - Pagoda

O conjunto motriz do carro utilizava inicialmente um motor 2.3 de seis cilindros com 150 cv e um câmbio manual de quatro marchas. Pode parecer pouco hoje em dia, mas o baixo peso do modelo somado ao bom acerto dinâmico o fazia andar junto de modelos mais potentes, como a Ferrari 250 GT.

1967 Mercedes-Benz 230 SL - Pagoda

Em 1966 surgia o 250 SL, que trazia leves aprimoramentos mecânicos. Durou somente um ano. Vida mais longa teve o 280 SL, de 1967. Equipado com um motor 2.8 de seis cilindros e 170 cv, ele foi o mais forte da geração W 113 e também passou a ter um câmbio de cinco marchas fabricado pela ZF.

De 1963 até 1971, a Mercedes produziu 48.912 unidades da geração W 113. E, para comemorar a data, a marca criou uma linha do tempo do modelo.

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