10 Carros clássicos e incríveis que mudaram o mundo

No evento Retro Classics Sttutgart teve uma enorme diversidade de 10 carros clássicos que são elegíveis hoje em dia como os que mudaram o mundo.

No entanto, ainda hoje alguns continuam a reinar, como é o caso dos Porsches. Mas, voltemos aos clássicos, onde no evento revelaram-se surpreendentes.

10 Carros Clássicos e raros

Realizada na semana passada (27 de fevereiro a 1 de março), o Retro Classics Sttutgart foi uma celebração colorida de carros clássicos – e aqui estão 10 exposições que realmente nos chamam a atenção.

Mas ates, conheça nosso estoque de carros clássicos.

Dito isso, vamos aos modelos de carros clássicos:

1ºBMW 3.0 CSi – o carro clássico dominante

Indiscutivelmente, não há melhor forma para um BMW clássico do que o E9, com seu corpo de duas portas e pilares de janela finos como bolacha. Dessa forma, ele é um dos 10 carros clássicos mais icônicos, com certeza.

Este exemplo exibe um para-choque dianteiro exclusivo e rodas BBS polidas. 

2º Ford Taunus 1961 – um dos 10 carros clássicos

Este veículo é uma mistura do design progressivo alemão da década de 1950 com o clássico americano da montadora.

Embora seus fundamentos tenham nascido de uma geração anterior, seu motor de 1,5 litro poderia impulsioná-lo ao longo das autobahns do dia a 80 km / h.

3º Mercedes-Benz 190E 2.5-16 Evolution II

Não foram construídos muitos desses carros clássicos da montadora. Mas é visível que, seu arco largo é destaque.

Na verdade, construíram apenas 502 unidades, para ser preciso; encontrar um em tão perfeito estado é realmente raro. É equipado com uma enorme asa traseira que se destaca no carro.

4º Alpenwagen 1963 FBW PC35 – também um veículo clássico

Não foram apenas os carros clássicos neste show de Stuttgart, também houve ônibus maravilhosos com os quais você pode se empolgar.

Esta versão de Dysli era usada para transportar passageiros pela região dos Alpes suíços, sem dúvida desfrutando das vistas verticais espetaculares através das janelas curvas e de teto do sulco.

5º Pick-up Volkswagen Tipo 2

Não é todo dia que você vê uma picape VW Tipo 2 transportando um carro de Fórmula Dois dos anos 70, movido a Porsche…

Com as rodas penduradas na borda da cama de várias polegadas, parece incrível e aterrorizante na mesma medida. Uma configuração perfeita para o seu próximo festival histórico?

Para ler a lista completa, acesse o Classic & Sports Car.

Ford Del Rey: o carro mais europeu produzido no Brasil, em sua época

O Ford Del Rey foi um dos melhores carros que a montadora produziu no Brasil entre as décadas de 1980 e 1990.

Dessa forma, ele é o primo rico da “família” do Corcel II, que teve ainda as peruas Belina e Scala e a picape Pampa.

Era um luxuoso sedan médio de quatro ou duas portas (com mais cara de coupé nesta configuração) baseado no Granada MkII, da Ford inglesa, e no Taunus, da Ford alemã.

Com isso, o Ford Del Rey substituiu os mais musculosos, porém envelhecidos, Galaxie e Maverick com uma vantagem bem atraente: bebia muito menos.

Ford Del Rey: especificações

Lançado em 1981 com o velho motor Renault do Corcel, o Ford Del Rey recebeu o econômico CHT 1.6 da Ford em 1984.

Com a fusão da Ford com a Volkswagem, em 1987, que deu origem à Autolatina, adotou em seguida o propulsor AP 1.8 da montadora alemã, mais potente.

Sairia de linha em 1991 com 350 mil unidades vendidas – deixando órfã uma legião de fãs, que até hoje mantém seus exemplares em perfeitas condições.

Está procurando seu carro antigo? Seu carro pode estar aqui, na The Garage.

Um carro amado por brasileiros e sua época

Em suas versões mais refinadas incorporava equipamentos de conforto ainda raros em automóveis brasileiros da época, como direção hidráulica, ar condicionado, vidros elétricos.

Veio com mimos muito apreciados também, como o relógio digital azul no console de teto e o veludo nos bancos.

Mas, se não tinha as dimensões superlativas do Galaxie, tampouco a esportividade do Maverick GT V8 (equipado com o célebre “motor canadense” 302), nem por isso o Ford Del Rey foi considerado menos interessante. Por dez anos, reinou como um dos mais desejados automóveis do país.

Dotado de uma suspensão extremamente macia, que o tornava quase perigoso em estradas sinuosas de serras, o Del Rey seduzia os usuários com mais de 40 anos principalmente pelo conforto.

Impressionante era a leveza da direção e dos pedais de freio e embreagem. E o silêncio.

Às vezes, ao parar em um sinal, era preciso conferir o painel para se ter certeza de que o motor ainda estava ligado. Hoje, com o formidável avanço tecnológico da indústria automobilística, tudo isso pode parecer bobagem.

Mas, em um tempo de carros duros e barulhentos, como quase toda a linha air cooled da Volkswagen, a suavidade do Del Rey marcou época.

Leia este artigo completo no Jornal dos Clássicos.

O que é antigomobilismo – conheça o estilo de vida

Estilo de vida é algo que muitos de nós gostaríamos de ter. Mas, enquanto alguns têm estilos de roupas e cortes de cabelo, que retratam um conceito histórico ligados à moda, há um outro grupo de pessoas emergentes: os antigomobilistas. Pois é, neste post você descobrirá quem são essas pessoas e o que é antigomobilismo.

Mas, além disso, neste post você vai descobrir tudo sobre o estilo de vida dos apaixonados por carros antigos, o que é antigomobilismo no Brasil, as boas práticas do antigomobilista e o que fazer para se tornar um antigomobilista.

Toronado. Foto: The Garage.

O que é antigomobilismo no Brasil

Em todos os anos no Brasil mais pessoas surgem com olhares apaixonados sobre os carros de outrora. Carros que remontam uma história antes da Guerra e pós-Guerra Mundial.

Mas, sobretudo, os brasileiros têm muitas referências pelos muscle cars norte-americanos. Esses carros desenvolvidos pela indústria dos Estados Unidos, nos quais podiam demonstrar superioridade de matérias primas e em potência.

Com isso, pelo passar das décadas, uma geração de construtores de carros aqui no Brasil tiveram a preferência por motores cada vez mais potentes.

Mustang. Foto: The Garage.

No entanto, o que é antigomobilismo no Brasil? É uma geração que revive a época, seja no estilo de vida, preservando a história do carro da época; as cores, a originalidade, os passeios… e, sobretudo, a restauração dos carros com o fim de manter viva sua história.

Por isso, todos os anos surgem pessoas com o sonho de conquistar um carro antigo, manter a originalidade e praticar o comércio sobre esses carros. Isso é ser um antigomobilista.

E pegando esse gancho, vamos falar o sobre:

As boas práticas do antigomobilista

Exatamente como falamos acima, o antigomobilista é alguém que escolhe preservar historicamente o estilo e período dos carros antigos.

Consequente, essa prática consiste em buscar a originalidade de um carro de época, participar de um clube voltado aos carros antigos, estudar sobre restauração de carros e praticar o comércio honesto.

Ou seja, o antigomobilista precisa aprender sobre curadoria, termos técnicos sobre peças e funcionalidades dos veículos. Por exemplo, não é de duvidar de que a casa do apaixonado por antigomobilismo também é cheia de objetos antigos de qualquer época. Muitos até decoram as casas com peças de carros.

Como me tornar um antigomobilista

Primeira atitude a tomar para ser um antigomibilista e saber de fato o que é antigomobilismo, é ir a eventos de exposição de carros antigos.

É o mesmo princípio sobre ser motoqueiro e motociclista. O primeiro é o profissional que trabalha com a moto. O segundo é aquele que vive o estilo, que só pilota moto, que viaja de moto e que participa de um moto clube.

Portanto, além de eventos de carros antigos, compre o seu carro antigo. Reserve dinheiro para comprá-lo e, princialmente, se associe a um clube de carros antigos.

Nele você receberá orientações, participará de passeios, terá portas abertas para negócios relacionados e não relacionados a carros antigos.

Quer saber mais sobre o que é antigomobilismo? Venha conhecer a The Garage. Chame no WhatsApp para a agendar uma visita e conhecer os carros da garagem secreta no centro de São Paulo.

The Garage – Seu carro está por aqui. Descubra.

Chevrolet Impala tem sua produção encerrada

Encerra hoje (28) a produção do Chevrolet Impala, um carro que marcou uma geração inteira ao ser lançado em 1957.

Portanto, neste momento, a última unidade sedã está sendo concluída na planta de Detroit, Estados Unidos.

Essa mesma planta de Detroit está na lista também de encerramento da atividades, direcionada pela General Motors em novembro de 2018. A decisão foi tomada após uma queda de 25,5% nas vendas.

Veja também: Blackhawk é apenas 16 no mundo agora.

Chevrolet Impala – motivos para encerramento do modelo

“Assim como o Impala evoluiu ao longo dos anos, o mercado mudou dramaticamente e a demanda por sedãs diminuiu. Então, nos ajustamos para atender às necessidades dos clientes”, disse Steve Majoroso, vice-presidente de marketing da Chevrolet, ao The Detroit News.

Mesmo assim, em 2019 a quantidade de Impala caiu para menos de 45 mil unidades vendidas.

O Chevrolet Impala começou a ser produzido em 1957, e teve um hiato; uma pausa entre 1985 e 1994.

Em 1996 o Impala voltou a ser produzido até agora, onde a última unidade sai da fábrica para marcar o fim de uma lenda.

Em Busca de um Sonho – Chevrolet Bel Air 1955

Mora nos Clássicos: Conheça Um dos Maiores Colecionadores de Carros Antigos

Na página da Federação Brasileira de Veículos Antigos, o calendário de eventos contabiliza 130 reuniões de pessoas que se juntam em torno de autos clássicos. Ocorrem em todo lugar. Vão desde o 5º Encontro de Veículos Antigos de Taió, em Santa Catarina, ao 8º Guararema Classic Cars, em São Paulo. Incluindo na conta os informais, organizados no boca a boca, devem chegar aos 200, talvez 300, por ano.

Muito desse movimento se deve a Og Pozzoli. Se os dicionários do futuro vierem com uma imagem ao lado da palavra, a dele corresponderá a “antigomobilismo”, que é o culto aos carros clássicos.

Natural do Rio de Janeiro, foi criado em Natal e se mudou para São Paulo em 1956, aos 26 anos. Em 1958, um Lincoln Continental 1948 inaugurou a coleção, que até a última contagem reunia 170 veículos. Seu acervo é considerado um dos 10 melhores do mundo graças a raridades como as duas Fiat Jardineira, uma de 1912 e outra de 1914. Esta última, única no mundo, despertou a cobiça de Gianni Agnelli (1921- 2013) quando, então presidente da Fiat, visitava o Brasil para a instalação da fabricante italiana por aqui. A fortuna oferecida pela Jardineira não convenceu Og, cujo amor pelos seus carros o impede de comercializá-los.

Na vida de antigomobilista, Og já viveu momentos importantes, como dirigir o Chrysler Imperial 1920 que conduziu o papa João Paulo II em sua primeira visita ao Brasil. Na comemoração dos 70 anos da imigração japonesa, o imperador Akihito e a imperatriz Michiko vieram para cá. Enquanto acenavam nas ruas, quem dirigia era Og. Nas quase seis décadas de antigomobilismo, colecionou inúmeros prêmios.

Um dos mais singelos reconhecimentos veio na semana passada. Rafael Barros, 4, recebeu como lição de casa entregar um “certificado” à pessoa mais corajosa que ele conhecia. Não teve dúvidas: elegeu Og, que naquele distante ano de 1956 foi de Natal a São Paulo dirigindo um Opel P4 1937, numa viagem de 17 dias. Sem freio e com um mecânico que deveria ajuda-lo, mas bebia de noite e dormia de dia.

Enviar proposta para
Mora nos Clássicos: Conheça Um dos Maiores Colecionadores de Carros Antigos